Dois jogos da B.League em que os números dos mandantes em seu próprio ginásio são mais fracos do que a reputação deles sugere. Um envolve um visitante com melhor pontaria nos arremessos, e o outro trata do tamanho da vantagem que um mandante focado na defesa realmente consegue construir.
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Dois jogos com o visitante diante do mandante, na Coreia e no Japão, em que o lado mais forte e consistente tem uma vantagem clara, mas sem perspectiva de atropelo. Nos dois, a disputa é para ver quem controla os minutos decisivos.
Este parece ser um jogo truncado, de meia quadra, entre duas equipes que não arremessam bem. Nos últimos dez jogos, ambas ficam na casa dos 80 pontos por partida e acertam cerca de 31% das bolas de três, sem conseguir muitos pontos fáceis. A diferença entre elas está na defesa, não em uma explosão ofensiva.
A reação do Shimane contra o Toyama até parece animadora, mas só até você lembrar por que ela foi necessária: a equipe chegou a ficar 20 pontos atrás, e o técnico admitiu que a defesa se perdeu nos quartos intermediários. O Sendai chega embalado após anotar 93 pontos diante do Kawasaki, então a primeira grande questão é saber se o Shimane conseguirá conter uma nova onda ofensiva antes de precisar correr atrás do placar de novo. Os rebotes no fim e o jogo de transição abriram o caminho da virada contra o Toyama; resta saber se esses desarmes e paradas defensivas vão aparecer mais cedo diante do Sendai.
O Nagasaki informa que o jogo contra o Ryukyu será disputado conforme previsto, apesar da aproximação do tufão. O clube ainda pede aos torcedores que acompanhem as atualizações caso o tempo ou o transporte público mudem. Esse é um contexto útil para quem acompanha este confronto: o jogo está mantido, mas as condições de deslocamento ainda podem mudar.
A chuva que adiou a abertura dos playoffs da KBO em um dia trouxe uma situação curiosa: deu aos dois técnicos a chance de falar sobre descanso, mas ambos disseram que isso não faz diferença. Park Jin-man não acha que o dia extra ajude o KIA, e Lee Beom-ho diz que um dia a mais ou a menos não vai mudar seus rebatedores. A questão é em que momento esse dia faz diferença, porque o problema do Samsung parece estar no fundo do bullpen, não nas pernas.
O ataque do Sacramento começa a se encaixar com Sabonis, tanto como finalizador quanto como passador. Memphis tem armadores que criam jogadas com eficiência, mas a mudança na rotação de pivôs coloca uma responsabilidade diferente sobre a defesa atrás dessa primeira linha. O ponto-chave é o passe para dentro do garrafão, a bola que vem na sequência e a recuperação após um arremesso errado.
Minnesota e Toronto oferecem caminhos diferentes para prolongar um ataque: mais arremessos de um lado, pressão pelas alas e criação no garrafão do outro. O confronto vai depender do que acontece depois que o primeiro defensor se compromete e depois que o primeiro arremesso não cai. Philadelphia e Detroit vivem outro tipo de duelo, com armadores consolidados atacando rotações de pivôs reformuladas.
Este clássico parece mais uma disputa pelo espaço central do que uma trocação franca de lado a lado. O LAFC tem combinações perigosas em torno de Son e Bouanga, mas sua posse de bola recente não tem gerado infiltrações limpas na área com consistência. Já o Galaxy tem mostrado uma postura compacta e boas opções de escape, conseguindo se manter conectado no jogo mesmo quando passa períodos sem a bola.
A pressão de Toronto vai encarar um ataque de Minnesota com mais de um jogador capaz de organizar o jogo e uma boa base de rebotes. Philadelphia e Detroit perdem seus pivôs titulares, mas as cargas de jogo observadas para os substitutos são bem diferentes. Sacramento consegue criar com Sabonis, Acuff e LaVine, enquanto Memphis já mostrou uma primeira opção de pontuação e outra logo atrás. Cada partida vai depender do que acontece quando a primeira jogada é interrompida e se a defesa consegue encerrar a posse seguinte.
O Oklahoma City Thunder pode abrir vantagem com a pressão no perímetro e a defesa no garrafão, enquanto o Los Angeles Clippers tem várias maneiras de manter o ataque fluindo depois que a primeira opção é bloqueada. O último jogo mostrou tanto o estrago que um quarto intermediário ruim pode causar quanto a importância de uma resposta ofensiva no fim. Em Los Angeles, as infiltrações precisas do LAFC na área enfrentam um ataque do Galaxy capaz de construir jogadas pelo meio-campo e levar perigo nas bolas paradas. O clássico depende de o Galaxy conseguir manter essas chegadas à área enquanto sua defesa lida com as infiltrações repetidas do adversário.
As primeiras vitórias de Toronto vieram na base da pressão e de ataques rápidos depois de perdas de posse dos adversários. Minnesota cuidou melhor da sua posse inicial e tem conseguido arremessos extras na tábua. Sacramento e Memphis se enfrentam em torno de uma questão diferente no garrafão, com Sabonis encarando um frontcourt dos Grizzlies que precisa substituir Edey. As duas partidas devem se decidir em saber se as sequências de pontos serão acompanhadas de paradas defensivas e rebotes assegurados.
O New York consegue criar arremessos extras contra o Orlando, mas os jogos do início da temporada mostram uma diferença entre dominar os rebotes e transformar essas chances em pontos. O Orlando ainda tem vários jogadores capazes de comandar o ataque após a lesão de Banchero. Philadelphia e Detroit travam uma disputa diferente pela posse: os Sixers pressionam a bola, enquanto os Pistons buscam segundas chances no garrafão. Quem aproveitar melhor essas posses deve ditar o rumo do confronto.
A pressão do Oklahoma City Thunder vai encarar um ataque dos Los Angeles Clippers que tem várias formas de pontuar. O Thunder controlou os segundos tempos recentes, enquanto Los Angeles continuou pontuando mesmo com uma sequência de turnovers. Do outro lado da cidade, o ataque versátil do LAFC enfrenta uma defesa do Galaxy que tem cedido chances em série fora de casa. O clássico também oferece ao Galaxy um caminho logo no início por Reus, Roberto e Klauss.
Este confronto coloca a defesa que mais força turnovers na liga, chegando descansada, contra um elenco dos Clippers que tem apenas um jogador capaz de organizar o ataque. Com Kawhi Leonard trocado e Beal, Ingram e Strus todos fora, cada posse dos Clippers passa por Garland ou por alguém que não cria jogadas. Esse buraco na armação é um problema estrutural do elenco, então ele aparece em todos os minutos, não apenas em uma noite ruim. A diferença no placar deve ser decidida pelo volume de posses de bola e pela profundidade do elenco, não pela sorte nos arremessos.
Esses dois jogos têm algo em comum: um dos times perde a posse de bola de um jeito que o adversário não consegue retribuir na mesma medida. Em Nova York, o Orlando perdeu o jogador que comandava todo o seu ataque de meia quadra, e quem ficou precisa depender dos arremessos de média e longa distância contra um garrafão que leva a melhor nos rebotes. Na Filadélfia, o Detroit perde a bola com a mesma frequência contra qualquer adversário e vai jogar na casa do Philadelphia, onde os armadores forçaram mais turnovers. Nos dois casos, o número de posses pesa mais do que os nomes no relatório de desfalques.
Os dois jogos têm uma ausência importante em comum. Orlando chega ao Madison Square Garden sem Paolo Banchero, seu principal criador e sua maior fonte de lances livres. E o time já não era bom nas bolas de três. Na Filadélfia, Joel Embiid e o pivô reserva Jabari Walker também estão fora, deixando os Sixers praticamente sem tamanho para enfrentar um Detroit que domina os rebotes. Nos dois jogos, o que os desfalques levaram consigo pesa mais do que os nomes nos registros.
Esses dois jogos têm em comum a ausência de um pivô importante e a questão de qual lado tem uma solução que funcione para substituí-lo. Na Filadélfia, os dois times estão sem seus pivôs titulares, mas só Detroit já disputou um jogo de verdade com o substituto em quadra. Em Sacramento, Memphis perde Edey, mas o duelo que aparece em todos os placares é o do perímetro: o arremesso espaçado de Memphis contra um Kings que não consegue acertar de três nem impedir que os adversários acertem.
Esses dois jogos passam pela mesma questão: o que acontece com o garrafão de um time quando o seu principal pivô ou criador de jogadas está fora? O Philadelphia já vinha perdendo a briga dos rebotes mesmo com Joel Embiid em quadra e agora não tem nem Embiid nem o seu único reserva de ofício para a posição. O Orlando montou seu ataque em torno de Paolo Banchero para criar jogadas e cavar faltas, e terá que jogar sem ele. Nos dois confrontos, os pontos fortes do adversário batem de frente exatamente com essas brechas.