Tasmania x Adelaide é um teste para saber se o ritmo consegue tirar um time maior da zona de conforto. O Adelaide diz que tem jogado com uma formação mais baixa e quer acelerar a circulação de bola, enquanto o Tasmania conta com a presença de Will Magnay no garrafão. Sem Isaac Humphries, o ponto interessante é o que acontece depois de um arremesso rápido: os Sixers conseguem voltar e encerrar a posse defensiva? Marko Marinovic no lugar de Trevor Gleeson no banco acrescenta mais uma variável à forma como o time administra essa troca.
Tango
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O próximo jogo entre Los Angeles Dodgers e Milwaukee Brewers pode ser decidido na troca de arremessadores. Milwaukee escalou um abridor, depois de exigir bastante do bullpen ao longo dos playoffs, enquanto Los Angeles informou que vários braços estão indisponíveis ao se preparar para uma série mais longa. Isso levanta uma boa questão para os dois lados: quem consegue contribuir com entradas úteis sem obrigar o técnico a recorrer cedo demais à sua última opção confortável?
Al Hazem x Al Fateh tem um detalhe sutil, mas bem interessante: o passe que tira a bola do meio-campo e faz o jogo fluir. O técnico do Hazem atribuiu o gol sofrido contra o Neom a um erro na inversão de jogo e diz que valoriza manter os jogadores em suas posições naturais para dar equilíbrio. Já o novo treinador do Fateh aponta que os problemas no meio-campo têm dificultado a criação de jogadas. Se o Fateh conseguir complicar essa virada de jogo, a organização do Hazem será colocada à prova; se o Hazem conseguir trabalhar a bola de forma limpa, caberá ao Fateh acertar as ligações por dentro.
O Adelaide United teve tempo para se ambientar em Bangkok, mas ficamos curiosos para saber se essa preparação vai resistir a uma partida no ritmo do Pathum United. A estreia do Adelaide United no campeonato foi remarcada, enquanto o Pathum United já vem jogando com regularidade; os mandantes podem ter mais ritmo de jogo, e os visitantes, mais tempo para se adaptar. O calor e a umidade tornam essa troca especialmente interessante quando passa a pressão inicial. Vamos observar qual lado consegue manter clareza nas escolhas de passe depois de um período sem a bola.
No confronto entre Dallas x Seattle, o que mais me chama a atenção é o que acontece quando o plano inicial vai por água abaixo. O Dallas chegou a abrir dois gols de vantagem contra o Charlotte e ainda assim levou a virada, enquanto o Seattle viu sua vitória sobre o New England deslanchar depois que uma alteração forçada colocou Paul Arriola em campo. Com dois atacantes do Dallas agora listados como desfalque, a capacidade de reorganizar o setor ofensivo e proteger o espaço na defesa pode pesar mais do que a sequência recente de qualquer uma das equipes. Quem vai se adaptar melhor ao primeiro imprevisto?
Em Feyenoord x Como, fico de olho no espaço que sobra depois dos longos períodos de posse do Como. O Feyenoord bateu o AZ com menos posse de bola, mas criando as melhores chances registradas; o Como ficou muito mais tempo com a bola contra a Roma, só que não conseguiu transformar isso em gol. Se o Como mantiver a bola aqui, o desafio do Feyenoord será recuperá-la em setores que permitam um contragolpe imediato. O do Como é fazer essa posse desorganizar o Feyenoord antes que a perda da bola aconteça.
Melbourne Victory e Seoul estavam empatados no intervalo, e o jogo terminou em 3 a 0. Por isso, o segundo tempo merece uma análise mais de perto do que o placar, por si só, permite. O Melbourne finalizou 22 vezes, mas 13 chutes foram bloqueados. Isso parece mais um domínio territorial com muita gente no caminho do que uma sequência de finalizações limpas. O primeiro gol mudou o rumo da partida; depois, um reserva marcou o segundo. Para quem assistiu: o Melbourne encontrou um novo caminho para furar a defesa ou a mesma pressão finalmente deu resultado?
Os dois jogos de abertura da Final Stage da NPB trazem uma dúvida parecida, mas sob pressões de série bem diferentes. O SoftBank começa com duas vitórias de vantagem sobre o Nippon Ham, enquanto o Hanshin sai uma vitória à frente do DeNA. O Nippon Ham chega depois de ceder apenas quatro corridas em seus três jogos do First Stage; já o técnico do DeNA vem falando sobre defesa e placares apertados. Será que algum dos desafiantes consegue manter esse controle assim que o time da casa colocar corredores em base? E de onde sairá a primeira oportunidade clara de pontuar de cada um?
Sydney x New Zealand Breakers levanta uma questão que a coluna de pontos não consegue responder: quem consegue organizar o ataque de cada lado? Sydney não terá Matthew Dellavedova, enquanto a equipe da Nova Zelândia ainda está sem Parker Jackson-Cartwright e aguarda a liberação de Nelson Weidemann. A atuação enorme de Sam Mennenga em Perth manteve os Breakers competitivos, mas não resolveu o problema de controle de bola da equipe. Quero ver se Carlin Davison consegue continuar criando boas oportunidades quando Sydney também mudar a rotação dos seus armadores.
Um reencontro rápido entre Orlando Magic e Cleveland Cavaliers é um bom teste para entender o que o primeiro placar realmente nos mostrou. Cleveland venceu aquela partida mesmo cometendo mais turnovers e conseguindo menos roubos de bola, porque também levou vantagem nos rebotes e nos lances livres. Se Orlando voltar a atrapalhar a saída de bola, a posse seguinte ainda precisa terminar em arremesso ou rebote defensivo. Como as escalações de pré-temporada ainda não estão definidas, eu observaria essa troca de posses antes de tirar conclusões do primeiro resultado.
Lens x Sporting terminou em 0 a 2, mas o placar deixa uma pergunta incômoda para quem assistiu ao jogo: onde a pressão do Lens realmente falhou? O Lens finalizou mais vezes e gerou um pouco mais de xG, enquanto o Sporting marcou um gol em cada tempo. O total de finalizações, por si só, não diz se o Sporting evitou as melhores chances ou se o Lens pecou na pontaria. A postura do Sporting mudou depois de abrir vantagem, ou o Lens continuou encontrando as mesmas brechas?
O Newcastle Jets saiu na frente contra o Gamba Osaka antes do intervalo, mas as equipes foram para o vestiário empatadas. O Gamba acabou vencendo por 3 a 1, mas o placar final deixa uma questão interessante: as substituições mudaram o ataque ou apenas concluíram uma pressão que já vinha crescendo? Os dois últimos gols do Gamba foram marcados por jogadores que entraram no segundo tempo. Para quem assistiu: o espaço que o Gamba aproveitou parecia diferente depois dessas mudanças?
O fato de o Kashima ter terminado sem sofrer gols contra o Gamba pode parecer um atalho tentador para analisar Cong An Ha Noi x Kashima, mas o adversário em comum aponta em duas direções. O Kashima venceu, embora tenha cedido muitas chances ao Gamba; o Cong An Ha Noi perdeu para o Gamba apesar de também criar oportunidades. Vamos observar se o Cong An Ha Noi consegue levar seus ataques para dentro da área e, ao mesmo tempo, impedir que o Kashima chegue lá com tanta frequência. Um adversário em comum nos dá uma questão, não uma conclusão.
Pohang x Johor promete um duelo tático interessante: cada técnico está falando sobre a primeira jogada do adversário. Park Tae-ha diz que o Pohang treinou para sair jogando contra a pressão do Johor, enquanto Xisco Muñoz afirma que o Johor está se preparando para conter as arrancadas rápidas do Pohang pelas pontas. Se o primeiro passe do Pohang escapar da pressão, a cobertura pelos lados do Johor será colocada à prova; se a jogada travar, o Johor poderá apertar na tentativa de interceptar o passe seguinte. Esse confronto de ideias nos diz mais do que os resultados recentes de qualquer um dos clubes.
Washington venceu Detroit na prorrogação, apesar de perder a bola 27 vezes; nos dois últimos jogos de pré-temporada, os adversários do Brooklyn perderam a bola 22 e 25 vezes. Por isso, vale observar o primeiro passe após um rebote ou roubo de bola dos Wizards em Wizards x Nets: Washington consegue iniciar o ataque sem problemas ou o Brooklyn transforma essas posses em chances para si? A capacidade de Washington de chegar à linha do lance livre dá outro lado a essa discussão, então o número de turnovers, sozinho, não conta a história toda.
A derrota apertada do Chicago para o Denver na pré-temporada tem mais nuances do que uma simples explicação pelo porte físico. O Denver marcou o dobro dos pontos no garrafão do Chicago no primeiro quarto, segundo o Chicago Sun-Times, mas os Bulls ainda chegaram ao intervalo na frente. Chicago venceu o segundo quarto por 41 a 30; Denver respondeu com 40 a 26 no terceiro, e o quarto período terminou empatado. É essa virada de ritmo que nós vamos observar quando voltarmos a analisar as duas equipes, mais do que a margem final isoladamente.
A derrota do Albacete para o Eibar serve de alerta para não confundir volume de finalizações com controle do jogo. O Albacete finalizou 22 vezes, 15 delas de dentro da área, mas perdeu por 3 a 1; o Eibar também acertou a área em sete de suas oito tentativas. O Valladolid colocou 10 de 12 finalizações na área contra o Córdoba, mesmo com apenas 38% de posse de bola, e depois chegou a 12 de 15 em Las Palmas. No próximo confronto entre Valladolid e Albacete, vamos observar se algum dos lados consegue continuar chegando à área sem deixar o adversário encontrar o mesmo caminho.
Pumas e Cruz Azul ficaram no 3 a 3, mas o cartão vermelho não transformou o jogo em uma simples virada de mão única. O Pumas abriu 2 a 0, perdeu César Huerta antes do intervalo e, mesmo assim, voltou a marcar depois. A pressão do Cruz Azul acabou levando ao empate, mas a ordem desses acontecimentos importa mais do que apenas o placar final. Para quem assistiu: como o Pumas continuou encontrando uma saída com um jogador a menos?
Dois jogos da B.League oferecem um bom teste do que uma súmula pode esconder. O Shiga forçou erros, mas ainda assim perdeu seu último jogo porque o Hiroshima continuou recuperando a bola; o Saga venceu sua última partida sem dominar os rebotes. Em Shiga x Shinshu e Saga x Gunma, a posse seguinte a um erro de arremesso pode nos dizer mais do que o retrospecto recente de qualquer uma das equipes.
Brewers x Dodgers me fazem prestar atenção à primeira entrada, quando um jogo tranquilo finalmente ganha movimento nas bases. Nas vitórias recentes sobre os Padres, Milwaukee conseguiu uma virada em casa no fim e, fora de casa, abriu vantagem no meio do jogo. As duas últimas vitórias dos Dodgers sobre Atlanta também vieram de formas diferentes: uma arrancada decisiva e, depois, uma oportunidade aproveitada mais tarde, com o jogo empatado. A questão é como cada lado reage quando surge a primeira chance, e não qual time vem de uma sequência mais bonita.
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