Esses três jogos dependem muito de como cada time reage depois de sofrer a primeira corrida de pontos. Miami e Dallas podem alternar pressão no garrafão e criação no perímetro. A pressão de Boston vai testar o controle de bola de Chicago, enquanto Indiana e Milwaukee já mostraram que uma vantagem pode mudar de mãos antes do último quarto. A posse seguinte à virada importa tanto quanto a própria virada.
Miami pode usar Giannis e Bam para pressionar Dallas por dentro, mas Irving volta após um descanso controlado, e Flagg passou a provável depois de desfalcar Dallas no último jogo. Sasser e de Larrea são outras opções quando Miami fecha a primeira jogada. Miami permitiu que cada um dos seus três adversários pontuasse à vontade e não conseguiu sustentar a vantagem defensiva que retomou contra Charlotte. Por isso, ficamos com Dallas para seguir competitivo até o fim.
White e os alas de Boston podem abrir vantagem com pressão, mas Chicago respondeu ao colapso de turnovers contra Toronto cuidando melhor da bola nos dois jogos seguintes. Giddey e Jones podem organizar a reação, e Smith, Wilson, Powell e Buzelis oferecem poder de pontuação quando a primeira opção é neutralizada. As ausências listadas de Chicago já faziam parte da rotação recente, enquanto as duas vantagens de Boston na liga diminuíram no fim. Ficamos com Chicago para continuar ao alcance até o fim.
Herro e Jaquez podem pontuar por Milwaukee, e Turner com Ware pode criar segundas chances por dentro. Haliburton e Siakam já deram uma resposta no fim para Indiana; depois que Zubac deixou o jogo contra Brooklyn, Huff e Nance assumiram os minutos como pivôs, e Toppin virou mais uma opção. Nembhard jogou naquela partida e aparece como dúvida para esta, enquanto Nesmith é provável. Os turnovers repetidos de Milwaukee e as posses defensivas mal concluídas fazem das segunda e terceira opções de pontuação de Indiana o fator decisivo para nós. Por isso, ficamos com Indiana para vencer.