A seleção feminina da Espanha joga em um 4-3-3 baseado na posse de bola, pensado para dominar o meio-campo e escapar da pressão adversária. Na primeira partida desta janela, há dois dias, o trio de meio-campo espanhol superou completamente a formação dos Estados Unidos. A seleção feminina dos Estados Unidos costuma apostar em uma defesa sólida e em transições rápidas, mas, sem sua principal volante para dar sustentação ao 4-1-4-1, o meio-campo ficou exposto: a Espanha passou pelo único volante repetidas vezes, deixando a defesa central improvisada vulnerável à superioridade numérica espanhola.
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A seleção feminina do Brasil é uma equipe dominante, que valoriza a posse de bola e conta com um ataque de muita qualidade. Já a seleção feminina da Argentina adota um estilo reativo, com a defesa recuada. No confronto de apenas dois dias atrás, o Brasil controlou o jogo com tranquilidade e abriu 3 a 0 ainda no intervalo, ditando o ritmo da partida. Em casa, o Boca Juniors costuma controlar a posse de bola, usando o meio-campo para ditar o ritmo e criar muitas oportunidades de finalização. O Vasco tem um sistema defensivo bem organizado, capaz de suportar a pressão e atacar com eficiência nos contra-ataques.
O basquete de pré-temporada costuma depender muito do gerenciamento de rotação e de vantagens táticas. Estes dois confrontos trazem divergências claras na execução na reta final e na força no garrafão, impulsionadas por planos específicos das comissões técnicas e decisões estratégicas de descanso.
O primeiro encontro entre Brasil e Argentina foi marcado por diferentes formas de levar perigo, não apenas por uma sequência de pressão. Duda Sampaio ajudou a criar jogadas desde trás e em cobranças de escanteio, enquanto as jogadoras abertas do Brasil transformaram os cruzamentos em chances dentro da área. A Argentina também encontrou um caminho direto nas costas da defesa brasileira e voltou a testar a goleira depois de marcar. Para a revanche, o Brasil terá mudanças no meio-campo e na defesa, então essas alternativas importam mais do que o placar do jogo anterior.
O Boca Juniors aposta no domínio do meio-campo e na posse de bola organizada para criar chances, com o capitão Leandro Paredes como grande articulador. Na defesa, a equipe é sólida e cede apenas 0,7 gol esperado. O Vasco também é uma equipe de elite, que valoriza a posse de bola e apresenta ótimos números. Quando os dois se enfrentam na ida de uma semifinal decisiva, a tendência é de um duelo tático equilibrado, concentrado principalmente no meio-campo.
Este jogo tem tudo para ser uma história de dois tempos distintos: os titulares descansados do time da casa provavelmente devem construir uma vantagem logo no início. No entanto, com a chegada do segundo tempo, a vantagem estrutural passa para a profundidade do banco visitante. Os reservas do Oklahoma City jogaram muitos minutos ontem e chegam desgastados, enquanto a segunda unidade de Indiana conta com jogadores de rotação consolidados, totalmente descansados e capazes de ditar um ritmo acelerado.
Este é o segundo amistoso em três dias entre essas seleções de elite, depois da vitória da Espanha por 2 a 0 em 11 de outubro. A Espanha costuma ditar o ritmo com uma troca de passes precisa e uma linha defensiva alta, o que encurralou os Estados Unidos no primeiro confronto. Sob o comando de Emma Hayes, os Estados Unidos apostam na solidez defensiva, nas transições rápidas e na exploração dos corredores pelos lados. Com tantas mudanças nas escalações, a dinâmica deste reencontro muda bastante: o duelo tático controlado dá lugar a um jogo de transições imprevisível.
O cenário desta partida favorece o visitante. O Tampa Bay Rays tem histórico de dificuldades contra arremessadores canhotos, o que o deixa bastante vulnerável diante de Messick. Mais importante, o Cleveland Guardians tem um bullpen superior e totalmente descansado, depois de uma carga de trabalho bem leve no jogo anterior. Como a equipe terá uma folga em seguida, pode usar seus melhores relevistas com agressividade para controlar as entradas finais, sem se preocupar com utilização em jogos consecutivos.
O confronto entre Tampa Bay Rays e Cleveland Guardians gira em torno da profundidade do bullpen e da durabilidade do arremessador titular. O Cleveland aposta em uma estratégia muito dependente do bullpen, utilizando titulares curtos e sobrecarregando seus reservas para cobrir entradas importantes. Já o Tampa Bay confia em arremessadores titulares sólidos, capazes de ir longe no jogo, além de um bullpen descansado para fechar a partida. Quando esses estilos se encontram, o time que consegue tirar o titular adversário mais cedo e expor o middle relief conquista uma enorme vantagem estrutural.
O Brasil tem ampla superioridade neste confronto, com um ataque de enorme qualidade e uma clara diferença de nível. Como vimos no duelo de dois dias atrás, o Brasil pode abrir uma grande vantagem logo no início ao explorar a dificuldade da Argentina para lidar com sua velocidade e com as jogadas de superioridade pelos lados. A Argentina aposta em uma linha baixa e reativa, esperando aproveitar os momentos em que o Brasil diminui o ritmo, mas sua estrutura tem dificuldade para conter uma seleção sul-americana de alto nível durante os 90 minutos.
A Espanha aposta na posse de bola, na pressão agressiva e nas trocas rápidas de passes para furar as defesas adversárias, enquanto os Estados Unidos usam transições velozes e a velocidade de suas pontas para explorar o espaço nas costas da defesa. No confronto anterior, os gols marcados cedo pela Espanha obrigaram os Estados Unidos a atacar, e ficou claro que a equipe consegue furar a defesa espanhola com frequência, apesar do placar final.
Este duelo parece colocar frente a frente um grupo já entrosado contra uma equipe que ainda busca acertar sua rotação. O Portland tem uma base titular bem definida e jogou bem nas duas partidas de pré-temporada até aqui. Já o Sacramento está 0-3, sem um pivô e ainda testando combinações. A minutagem nesta fase preparatória dita o ritmo das coisas, mas a equipe com um planejamento mais claro apresenta um padrão de jogo mais consistente.
Este jogo de pré-temporada será decidido pelos minutos em quadra, não pela qualidade. No papel, o Oklahoma City Thunder tem um elenco melhor, mas os jogos recentes mostram um padrão claro: as estrelas jogam cerca de um tempo, os jovens assumem o restante, e as vantagens não resistem ao intervalo. Quanto tempo os titulares ficam em quadra e se o Indiana Pacers também joga com seu núcleo principal ao mesmo tempo definem o tamanho da diferença.
Este jogo de ida coloca frente a frente a regularidade de Boca pelo lado esquerdo, com cruzamentos para a área, e a defesa compacta de Vasco pelo meio, que busca saídas rápidas pelas pontas. Boca criou várias chances contra o Unión, embora a partida tenha ficado equilibrada até o fim. Vasco cedeu poucas boas chances nos últimos dois jogos e ainda assim encontrou maneiras de avançar.
A Espanha venceu o primeiro jogo desta janela, mas o placar escondeu o que realmente aconteceu em campo. Os dois gols espanhóis saíram nos primeiros 15 minutos em transições rápidas, e, a partir dali, os Estados Unidos criaram a maioria das chances, enquanto a Espanha passou o segundo tempo inteiro sem finalizar uma única vez. Para a revanche, as opções ofensivas da Espanha diminuíram ainda mais, enquanto a equipe americana chega com a mesma base de poucos dias atrás. Este é um duelo de transições para os dois lados, e não um confronto truncado ou dominado por apenas uma equipe.
Este é um jogo de pré-temporada, e o Oklahoma City Thunder tem sido duas equipes bem diferentes em cada metade. Em casa, o time titular abre vantagem larga no primeiro tempo, mas o banco mais profundo entrega boa parte dela depois do intervalo. O Indiana Pacers funciona ao contrário: seus titulares jogam poucos minutos, mas a segunda unidade é formada por jogadores que fazem parte da rotação da NBA. A diferença final depende de quem leva a melhor na disputa entre os bancos, não de quem são os campeões.
O próximo duelo da Copa Sul-Americana Playoffs entre Boca Juniors e Vasco depende de como os visitantes vão ajustar a estrutura ofensiva. O Vasco vem em alta, depois de golear o Coritiba por 5 a 0 e vencer o Botafogo por 2 a 1, mas a lesão de Bruno Duarte — decisivo com um gol e duas assistências nesses jogos — deixa uma lacuna enorme no pivô ofensivo da equipe. Sem a capacidade dele de fazer o pivô e enxergar o último terço, o Vasco perde muito da capacidade de manter a posse no campo de ataque.
Um reencontro rápido entre Orlando Magic e Cleveland Cavaliers é um bom teste para entender o que o primeiro placar realmente nos mostrou. Cleveland venceu aquela partida mesmo cometendo mais turnovers e conseguindo menos roubos de bola, porque também levou vantagem nos rebotes e nos lances livres. Se Orlando voltar a atrapalhar a saída de bola, a posse seguinte ainda precisa terminar em arremesso ou rebote defensivo. Como as escalações de pré-temporada ainda não estão definidas, eu observaria essa troca de posses antes de tirar conclusões do primeiro resultado.
Lens x Sporting terminou em 0 a 2, mas o placar deixa uma pergunta incômoda para quem assistiu ao jogo: onde a pressão do Lens realmente falhou? O Lens finalizou mais vezes e gerou um pouco mais de xG, enquanto o Sporting marcou um gol em cada tempo. O total de finalizações, por si só, não diz se o Sporting evitou as melhores chances ou se o Lens pecou na pontaria. A postura do Sporting mudou depois de abrir vantagem, ou o Lens continuou encontrando as mesmas brechas?
O problema do Boca no jogo de ida contra o Vasco não é só a ausência do capitão Leandro Paredes: os jogos recentes mostram dois Bocas diferentes. Um vence sem a bola; o outro fica com 69% da posse e ainda assim cede tantos chutes quanto finaliza. Contra o Instituto, o Boca teve essa posse e permitiu 12 chutes, contra 11, no empate por 2 a 2 — partida em que Paredes se machucou. O Vasco chega depois de um 0 a 0 com o Remo que, segundo o próprio técnico, teve a atenção dos jogadores parcialmente voltada para este confronto. A questão é quem encara o jogo de ida da semifinal para vencer e quem o vê como o primeiro tempo de uma disputa de 180 minutos.