Esta partida se define no primeiro passe e no rebote após o arremesso. O ASVEL conta com vários armadores que recentemente dividiram a pontuação e a criação de jogadas, enquanto o Estrela Vermelha precisa redistribuir o trabalho no garrafão entre seus alas. As duas equipes já mostraram capacidade de reagir após saírem atrás no placar, tornando a resposta ofensiva seguinte mais reveladora do que a liderança inicial.
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A pressão da Alemanha e as movimentações do Japão entre as linhas fazem da primeira saída de bola o duelo central da partida. A Alemanha acelera as jogadas após recuperar a bola, com cruzamentos e infiltrações de jogadoras que chegam pelo lado oposto. O Japão usa a largura do campo para abrir espaços por dentro e aproximar várias jogadoras da área. Os amistosos recentes mostram dois ataques funcionais, cada um com um jeito diferente de encontrar espaços.
Este jogo passa muito pelos cruzamentos do Middlesbrough e pela cobertura da área do Stoke. O Stoke encontrou saídas em bolas longas e levou perigo em cobranças de falta durante sua reação, enquanto o Boro tem uma conexão clara entre o lado esquerdo e a trave mais distante. A disputa importante é quem vai conseguir receber em boas condições sem deixar a defesa desprotegida.
O Lens pode obrigar o Sporting a se defender pelas pontas e em bolas paradas, enquanto o Sporting tem uma válvula de escape direta quando o Lens adianta seus alas. O primeiro corte da defesa pode decidir se um ataque termina ali ou se recomeça de imediato. O Millwall consegue chegar à área do Swansea mesmo sem controlar a posse, e o Swansea sabe trabalhar as jogadas pelo lado esquerdo e pressionar para recuperar a bola. As segundas bolas são o ponto central de ambos os confrontos.
Al-Sadd e Al Hilal chegam à área por caminhos diferentes. O Sadd constrói as jogadas com passes pelo meio e Afif, enquanto o Hilal transforma as recuperações no meio-campo em bolas rápidas para Watkins e Martinelli. O primeiro passe para escapar da pressão do Hilal é decisivo: dele depende a diferença entre os ataques controlados do Sadd e as transições do adversário. Os jogos recentes mostram que os dois times criam chances sem precisar dominar a posse de bola.
A velocidade do Valencia enfrenta a força do Olympiacos nos rebotes. Shorts pode transformar um rebote limpo em um ataque rápido, enquanto Vezenkov e os pivôs gregos disputam cada arremesso errado para tentar garantir uma nova posse. As duas equipes já mostraram que conseguem responder a um período mais lento com a ajuda de outros pontuadores. O ritmo do jogo dependerá de quantas vezes cada lado conseguir manter essas posses produtivas.
Sabah e Slavia devem se testar no espaço deixado nas costas da linha de pressão. O Slavia consegue recuperar a bola no campo de ataque, enquanto o Sabah conta com velocistas capazes de transformar uma saída limpa em jogada dentro da área. Já o Middlesbrough pressiona pelas pontas contra o Stoke, que aposta em lançamentos diretos e lances de bola parada para avançar. Nos dois confrontos, a disputa pela segunda bola parece tão importante quanto a primeira jogada trabalhada.
Dois jogos, um mesmo cenário: nenhuma das defesas está firme, e os dois ataques encontram chances. Nos dois confrontos, esperamos partidas abertas e movimentadas, em vez de jogos controlados. Para qualquer equipe sair sem sofrer gols, seria preciso administrar o jogo por um período — algo que nenhuma delas tem conseguido fazer ultimamente.
O ataque do Burnley parece formado por dois times diferentes, dependendo do local do jogo. Fora de casa, quando o adversário está com a bola, a equipe acelera os contra-ataques e cria chances de verdade. No Turf Moor, quando precisa avançar com a bola contra uma defesa bem montada, as chances rareiam e o time ainda não conseguiu segurar uma vantagem. O Charlton chega com um plano para jogar fora de casa baseado em ceder a posse, o que leva o Burnley direto ao seu modo mais fraco.
Este é um jogo aberto em que os dois lados têm boas condições de marcar, mas as duas listas de desfalques não se anulam. O Lens perdeu a organização defensiva na zaga. O Sporting perdeu um homem de transição no meio-campo, e isso empurra o ataque deles justamente para o corredor por onde o Lens mais tem cedido espaços. O desfecho vai depender se o trio de zaga improvisado do Lens aguenta os cruzamentos e a movimentação na área durante os noventa minutos.
O Newcastle Jets saiu na frente contra o Gamba Osaka antes do intervalo, mas as equipes foram para o vestiário empatadas. O Gamba acabou vencendo por 3 a 1, mas o placar final deixa uma questão interessante: as substituições mudaram o ataque ou apenas concluíram uma pressão que já vinha crescendo? Os dois últimos gols do Gamba foram marcados por jogadores que entraram no segundo tempo. Para quem assistiu: o espaço que o Gamba aproveitou parecia diferente depois dessas mudanças?
O fato de o Kashima ter terminado sem sofrer gols contra o Gamba pode parecer um atalho tentador para analisar Cong An Ha Noi x Kashima, mas o adversário em comum aponta em duas direções. O Kashima venceu, embora tenha cedido muitas chances ao Gamba; o Cong An Ha Noi perdeu para o Gamba apesar de também criar oportunidades. Vamos observar se o Cong An Ha Noi consegue levar seus ataques para dentro da área e, ao mesmo tempo, impedir que o Kashima chegue lá com tanta frequência. Um adversário em comum nos dá uma questão, não uma conclusão.
O Galatasaray diz que vai para cima do Barcelona jogando em casa, e eu não duvido, mas a pergunta que realmente importa é quanto esse ímpeto ofensivo custou nos jogos em que o plano não funcionou. Contra o Kasimpasa, na semana passada, foram 25 finalizações e 2.40 de xG, mas o jogo foi para o intervalo em 1 a 0 e continuava empatado em 1 a 1 aos 68 minutos, até saírem dois gols no apagar das luzes. Por outro lado, as duas derrotas pesadas nesta temporada aconteceram pelo caminho inverso: 0 a 4 contra o Trabzonspor e 1 a 3 diante do Sporting, na estreia da Liga dos Campeões da UEFA Fase de liga. O Barcelona, que vem mantendo entre 70% e 80% de posse de bola nas rodadas recentes da liga, é um adversário de perfil bem diferente para esse tipo de postura; por isso, eu ficaria de olho no espaço que a pressão inicial do Galatasaray vai deixar nos primeiros dez minutos.
[Liga dos Campeões da UEFA 2026-27] Prévia e análise: Villarreal x SSC Napoli Início da partida: 13 de outubro, às 16h (horário de Brasília)
[Liga dos Campeões da UEFA 2026/27] Análise e prévia: Viking FK x Bayern de Munique Início da partida: 13 de outubro, às 16h (horário de Brasília)
[26-27 UCL Liga dos Campeões da UEFA] Análise e Prévia: Galatasaray x Barcelona Início da partida: 13 de outubro, às 16h00 (horário de Brasília)
[26-27 Liga dos Campeões da UEFA Fase de liga] Análise e prévia: RB Leipzig x PSV Eindhoven Início da partida: 13 de outubro, às 16:00 (horário de Brasília)
[26-27 Liga dos Campeões da UEFA Fase de liga] Arsenal x Lille OSC: análise e prévia Início da partida: 13 de outubro, às 16h00 (horário de Brasília)