A circulação de bola do Illawarra e o trabalho perto da cesta são a chave deste confronto. Os Hawks mostraram uma atuação mais coesa contra o Adelaide, com os armadores criando chances para Sam Froling e para os arremessadores de fora. Esse estilo encontra um Phoenix que ainda tenta transformar tentativas extras em pontos e fechar as posses na defesa.
O Illawarra deu 33 assistências contra o Adelaide, e Froling fez 19 pontos. Milton Doyle, Tyler Harvey e Davo Hickey tiveram sete assistências cada, o que deu ao ataque vários jogadores capazes de achar o próximo passe. A defesa também melhorou, e Bryce Cotton foi limitado a apenas quatro arremessos. [A matéria da liga](https://www.nbl.com.au/news/tatum-belief-rewarded-hawks-silence-critics) descreve a preparação e o esforço coletivo por trás dessa atuação.
O Phoenix pegou 17 rebotes ofensivos em Perth e arremessou 14 vezes mais que os Wildcats, mas terminou com 12 acertos em 45 tentativas de três. Contra o Melbourne United, também criou tentativas extras, mas converteu só quatro de 41 de fora. Esses jogos mostram por que essa disputa pesa: o Phoenix quer repetir as chances no perímetro, e o trabalho do Illawarra é contestar esses arremessos e garantir o rebote. Josh King também apontou os stops defensivos e o rebote defensivo como pontos que o time precisa melhorar. [Os comentários dele](https://www.nbl.com.au/news/defence-not-shooting-the-phoenix-focus) tornam a presença de Froling e os passes dos Hawks ainda mais relevantes aqui.