[26-27 UEL Liga Europa da UEFA Fase de liga] Sturm Graz x Olympique de Marseille – Análise e Prognóstico Início da partida: 22 de outubro, às 13:45 (horário de Brasília)
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O ritmo de Portland e sua força nos rebotes ofensivos enfrentam a criação dos armadores e a pressão de Phoenix. O jogo pode mudar de rumo quando os reservas testarem a segurança com a bola. Lakers e Warriors têm maneiras diferentes de atacar a posição de pivô, enquanto a movimentação de Curry testa a marcação dos Lakers. Clippers e Kings chegam com novas rotações para um duelo marcado pelo controle da bola e pelas posses extras perto do aro.
O Columbus pode construir suas jogadas com tabelas pelo meio, cruzamentos da linha de fundo e bolas paradas, enquanto o St. Louis tem condições de responder com arrancadas diretas ou posse sustentada. Uma final de copa pode continuar empatada mesmo quando um dos lados cria as chances mais claras. Em Nova Orleans, o ataque organizado de meia-quadra do Indiana encara a defesa dos Pelicans, que tenta forçar roubos de bola e acelerar em transição. O confronto por lá deve ser definido pelo controle dos reservas e pela eficiência nos rebotes defensivos.
O Memphis Grizzlies tem uma rota para infiltrar com Edey e Boozer, enquanto Jerome inicia as primeiras jogadas. O Utah Jazz pode responder com George, Peterson e Markkanen, e depois aproveitar a ajuda de Jackson e os pontos dos reservas. O jogo deve mudar conforme as rotações dos pivôs e a capacidade de cada equipe de garantir o rebote defensivo depois de uma mudança na liderança.
O Houston Rockets pode criar jogadas no garrafão com Sengun e transformar a pressão em contra-ataques rápidos. O Dallas Mavericks também consegue atacar o garrafão com Irving, Flagg e Gafford, e tem vários jogadores capazes de responder depois de uma sequência do adversário. As primeiras substituições dos pivôs e a velocidade do primeiro passe do Dallas devem determinar quantas boas chances de pontuar cada equipe consegue manter.
O novo ataque do Orlando pede que Banchero e Wagner atraiam a marcação para liberar Bane no perímetro. O Atlanta Hawks vem com um quinteto titular conhecido, que oferece várias maneiras de criar e concluir as jogadas. Os quartos do meio devem ser definidos por uma questão: o Orlando consegue manter a bola em movimento ou o Atlanta transforma as boas defesas em ataques rápidos?
Tanto o Brooklyn quanto o Charlotte contam com mais de uma fonte de pontuação, então o início da partida pode ser bem equilibrado. O ponto de desequilíbrio é quantas posses o Charlotte consegue concluir de forma limpa contra os armadores ativos do Brooklyn. As segundas chances nos rebotes oferecem ao Charlotte um caminho em um jogo disputado, enquanto os roubos de bola e a transição rápida dão outra opção ao Brooklyn.
Houston e Dallas reúnem vários jogadores em atividade para um duelo marcado pela pressão na bola e pelas decisões perto do garrafão. Lakers e Warriors contrapõem força física no garrafão a movimentação e espaçamento. Clippers e Kings enfrentam outro desafio: transformar a primeira brecha em um bom segundo passe, mesmo com as rotações mudando.
New Orleans pode atrapalhar os armadores de Indiana e criar chances em transição, mas os Pacers têm várias maneiras de executar o ataque de meia quadra. O trabalho nos rebotes de Zubac e Missi importa tanto quanto o primeiro duelo entre os armadores. Sacramento pode desafiar os Clippers no garrafão com Sabonis e Achiuwa, enquanto os Clippers esperam que um grupo reformulado de alas conclua as assistências de Garland. Cada jogo testa se a pressão na bola consegue gerar pontos suficientes.
O Brooklyn tem vários caminhos para construir seus ataques, enquanto Charlotte precisa que seus armadores e alas reservas mantenham a posse fluindo. O primeiro passe é importante, mas a decisão seguinte contra as trocas de marcação e as ajudas defensivas pesa na mesma medida. O confronto anterior entre eles mostrou bastante pressão, respostas no garrafão e posses extras, longe de ser um duelo de mão única.
O Palmeiras chega à volta com uma pequena vantagem no placar agregado, enquanto o Fluminense precisa encontrar um jeito de furar um bloco compacto pelo meio. No primeiro jogo, ter mais posse de bola deu poucas chances claras ao Fluminense, enquanto os espaços deixados nas costas dos jogadores que avançavam ofereceram ao Palmeiras melhores oportunidades de chegar à área. Houston e Dallas, por sua vez, têm vários criadores capazes de manter a posse viva mesmo depois de a primeira jogada ser interrompida. Os duelos por dentro e as perdas de bola em jogo corrido podem transformar um arremesso em uma sequência de chances de pontuar.
A nova dupla de armadores de Portland oferece várias formas de atacar o garrafão, enquanto Phoenix pode responder com pontuação nas alas e pressão na bola. A questão é como cada lado protege a posse após o primeiro arremesso ou o primeiro passe. Os Lakers contam com dois criadores principais comprovados e uma referência maior perto do aro, enquanto Golden State pode usar a movimentação de Curry e os passes de Green para fazer essa defesa trabalhar por toda a quadra. Os dois jogos têm caminhos plausíveis para finais equilibrados.
O porte físico dos alas de Toronto e o jogo no garrafão se enfrentam com um ataque de Chicago baseado em passes rápidos e vários jogadores recebendo a bola. Em Nova Orleans, o jogo de bloqueios e passes de Indiana encara a pressão e as infiltrações diretas rumo à cesta. Nos dois duelos, a capacidade de criar outra boa chance depois que a primeira jogada é interrompida pode fazer a diferença.
A estreia de Miami contra Minnesota depende de os arremessos de fora criados pelos armadores superarem a pressão no aro e nos rebotes. Ball e Edwards podem criar jogadas rapidamente para Minnesota, enquanto Miami pode atacar com Giannis e o apoio do garrafão. Memphis e Utah trazem outra disputa por posses: um lado busca chances extras perto da cesta, enquanto o outro tem alas habilidosos que podem transformar espaço e faltas em pontos. Os dois jogos podem seguir equilibrados até as rotações finais.
Brooklyn e Charlotte têm formas bem diferentes de construir suas posses de bola. Brooklyn consegue criar a partir do toque de Randle e manter a pontuação com a sua segunda unidade, enquanto Charlotte pode responder através de Miller, Reid e do trabalho nos rebotes ofensivos. A chave é saber se Charlotte vai conseguir proteger a bola o suficiente para aproveitar esses arremessos extras.
Columbus e St. Louis se enfrentam em uma final que deve ser decidida pelo primeiro passe para escapar da pressão e pela chegada dos jogadores que dão sequência à jogada. O Crew criou recentemente com trocas de passes pelo meio, recuperações no campo de ataque, jogadas pelos lados e escanteios. Palmeiras e Fluminense têm um cenário diferente: com a vantagem no placar agregado, o Palmeiras pode defender de forma seletiva, enquanto o time que busca a virada precisa transformar a posse de bola em mais chegadas à área.