A estreia de Miami contra Minnesota depende de os arremessos de fora criados pelos armadores superarem a pressão no aro e nos rebotes. Ball e Edwards podem criar jogadas rapidamente para Minnesota, enquanto Miami pode atacar com Giannis e o apoio do garrafão. Memphis e Utah trazem outra disputa por posses: um lado busca chances extras perto da cesta, enquanto o outro tem alas habilidosos que podem transformar espaço e faltas em pontos. Os dois jogos podem seguir equilibrados até as rotações finais.
Miami venceu New Orleans com seu elenco atual mesmo acertando menos arremessos de fora, apostando mais em finalizações de dois pontos e cometendo menos turnovers. O grupo de Ball e Edwards foi bem nos arremessos contra New York, mas a partida com muitos minutos para os titulares diante de Detroit expôs rebotes perdidos e turnovers; Finch também destacou o teste físico no garrafão. Bam jogou pela última vez contra New Orleans antes de desfalcar Miami nos amistosos finais e deve voltar, enquanto DiVincenzo, de Minnesota, já havia ficado fora dos jogos recentes. O trabalho de Giannis e Bam no garrafão dá a Miami o melhor caminho neste confronto específico. Por isso, ficamos com Miami.
Memphis pode colocar Edey contra a rotação mais curta de pivôs de Utah e usar seus alas ativos para transformar posses perdidas em pontos rápidos. Edey chegou a 21 minutos e pegou rebotes ofensivos em sua última partida; o grupo de Hayes e Filipowski, de Utah, cedeu segundas chances seguidas a Phoenix, embora Markkanen e Jackson tenham ajudado Utah a vencer com arremessos e lances livres. Nurkic e Bradley seguem fora depois de desfalcarem Utah no último jogo, e Stewart não atuou no último jogo de Memphis e foi listado como dúvida; Filipowski voltou por um curto período. Com os pivôs se alternando, Memphis tem duas maneiras conectadas de conseguir posses extras. Por isso, ficamos com Memphis.