O Columbus pode construir suas jogadas com tabelas pelo meio, cruzamentos da linha de fundo e bolas paradas, enquanto o St. Louis tem condições de responder com arrancadas diretas ou posse sustentada. Uma final de copa pode continuar empatada mesmo quando um dos lados cria as chances mais claras. Em Nova Orleans, o ataque organizado de meia-quadra do Indiana encara a defesa dos Pelicans, que tenta forçar roubos de bola e acelerar em transição. O confronto por lá deve ser definido pelo controle dos reservas e pela eficiência nos rebotes defensivos.
Méndez e Rodríguez têm qualidade para acionar Tapia e as infiltrações dos homens de trás do Columbus contra um meio-campo do St. Louis sem Durkin e Wallem. Navarro marcou os dois gols mais recentes na liga, mas não pode jogar esta partida por questões de regulamento da copa; Becher e Jeong seguem como opções no ataque. Camacho e Abou Ali também desfalcaram o Columbus no último jogo, quando os atuais reservas das duas pontas do campo ganharam minutos. O Columbus tem mostrado vários caminhos para invadir a área, enquanto o St. Louis andou cedendo chances em sequência depois de abrir vantagem. Por isso, fico com o Columbus Crew para terminar em melhor situação no tempo regulamentar.
O Indiana pode usar Haliburton e Nembhard para alimentar Siakam e Zubac, principalmente brigando na tábua. Já New Orleans pode responder com a pressão defensiva liderada por Jones e Missi e conta com vários pontuadores após roubadas de bola viva. McConnell e Nesmith seguem fora depois de perderem o último amistoso do Indiana, enquanto New Orleans não tem desfalques listados. A rotação titular dos Pacers tem poder de fogo, mas as posses dos reservas colocam a pressão de Mosley em evidência. Por isso, fico com o New Orleans Pelicans para fazer um jogo parelho ou sair com a vitória.