Houston e Dallas reúnem vários jogadores em atividade para um duelo marcado pela pressão na bola e pelas decisões perto do garrafão. Lakers e Warriors contrapõem força física no garrafão a movimentação e espaçamento. Clippers e Kings enfrentam outro desafio: transformar a primeira brecha em um bom segundo passe, mesmo com as rotações mudando.
VanVleet e Sengun formaram uma parceria de passe eficiente por Houston na última partida, com Thompson criando mais uma conexão. Dallas teve contribuições importantes na pontuação e na distribuição de Irving e Flagg, além de outras combinações com Risacher e Marshall. Naquele jogo, Dallas também cedeu muitos pontos de perímetro e oportunidades de lance livre.
Lively e Aldama seguem fora, o que deixa mais trabalho como pivô para os substitutos disponíveis de Dallas, enquanto Christie voltou a treinar normalmente. As primeiras recepções devem testar Dallas diante da pressão de Houston; depois, nos minutos com os reservas, a pontuação e os passes de Sengun ganham destaque. Os dois times têm caminhos para reorganizar o ataque ao longo do jogo. Por isso, achamos que Houston e Dallas vão fazer um jogo de muitos pontos.
Golden State pode trabalhar com a movimentação de Curry, os passes de Green e Lendeborg conduzindo uma jogada de bloqueio. O espaçamento de Horford exige que Kessler defenda mais longe da cesta, enquanto Doncic e Reaves também oferecem aos Lakers caminhos para infiltrar no garrafão. Na última partida, esse núcleo dos Warriors mostrou que pode pontuar e distribuir a bola.
A ausência de Podziemski deixa mais responsabilidade na criação para os jogadores disponíveis, e Bassey fora concentra ainda mais o trabalho no garrafão. Curry é dúvida provável, e Kerr informou que ele não terá limite de minutos. Esperamos que os Lakers testem o tamanho dos Warriors desde o início e que Golden State responda com movimentação e outro jogador criando depois da primeira ação. Por isso, ficamos com os Warriors para manter o jogo equilibrado.
Os Clippers ainda contam com a criação de Garland no pick-and-roll, Jackson como alvo em movimento para a cesta e Wagler como passador secundário. Sacramento pode organizar o jogo com Sabonis e recorrer a LaVine ou Acuff para criar jogadas diretamente, mas os turnovers recentes e a finalização irregular perto da cesta têm interrompido essa sequência.
A ausência de Simmons tira de Sacramento um distribuidor que contribuiu na última partida da equipe. As baixas de alas dos Clippers aumentam a importância dos passadores e finalizadores disponíveis. Esperamos que Garland conduza as primeiras jogadas, enquanto os minutos com os reservas vão mostrar se a bola continua chegando ao próximo jogador. Os Clippers demonstraram um equilíbrio melhor entre criação e apoio nas finalizações, por isso ficamos com eles para vencer.