Dois jogos em que os recursos disponíveis antes das partidas apontam para um lado. No duelo de beisebol, uma equipe conta com o melhor arremessador titular do esporte, enquanto a outra ainda não definiu quem começa e tem um bullpen bastante exigido ao longo da série. No futebol, o líder da tabela joga em casa contra um time que acabou de perder seus principais goleadores.
Jogo 5 da World Series, em estádio com teto retrátil. Milwaukee lidera a série e escala Misiorowski, que tem ERA de 1,80 e cedeu uma corrida em cinco entradas no Jogo 1. Tampa Bay ainda não anunciou o arremessador titular: Rasmussen lançou 89 arremessos no Jogo 2 e pareceu cansado; Matz ou um opener são as opções. Os relievers dos Rays lançaram 338 arremessos nesta série e trabalharam 12.1 entradas nos dois últimos jogos. Além disso, o lineup de Tampa Bay rebateu apenas .225 nos últimos dez jogos, contra .277 de Milwaukee.
O roteiro é simples: Misiorowski deve trabalhar por cerca de cinco entradas contra um lineup em má fase; depois, os braços mais descansados de Milwaukee em situações de alta pressão enfrentam um bullpen cansado dos Rays. O bullpen dos Brewers também foi bastante exigido no Jogo 4, por isso não esperamos uma vitória larga, mas a vantagem em termos de recursos favorece Milwaukee. Por isso, ficamos com a vitória dos Brewers.
Em Nashville, o time da casa lidera o Leste e tem a melhor defesa, com 23 gols sofridos em 31 jogos, além de levar vantagem nas chances criadas e cedidas nos últimos dez jogos. O Philadelphia finaliza bastante, mas perde Damiani, suspenso, e Iloski, lesionado, além dos meio-campistas Sullivan e Bueno. O Nashville costuma marcar cedo em casa, e o volume de jogo do Philadelphia perde qualidade sem seus finalizadores. Por isso, ficamos com a vitória do Nashville.