Esta partida gira em torno do passe no garrafão e da reação quando a dobra defensiva chega. O Sydney mantém uma pontuação forte com Davis e Cooks, enquanto o New Zealand já montou um ataque que funciona de dentro para fora com Davison na armação. A rotação alterada de armadores do Sydney e as falhas recentes no bloqueio de rebote dão a esse ataque mais de uma maneira de se manter no jogo.
Davison distribuiu 11 assistências em Perth, com Mennenga pontuando e passando tanto do perímetro quanto de dentro do garrafão. King, Vasiljevic e Te Rangi também contribuíram, dando aos Breakers opções reais de finalização ao redor de sua principal referência ofensiva. Contra o Sydney, rodar a bola através de Mennenga deve forçar a ajuda defensiva a vigiar esses passes de escape.
Dellavedova está fora após atuar contra o Adelaide, desfazendo uma das metades da eficiente dupla de pressão do Sydney com Craig. O New Zealand mantém o mesmo elenco utilizado em Perth: Jackson-Cartwright continua ausente, junto com James e Le Gassick, enquanto Weidemann segue sem liberação médica. A rotação alternativa dos Breakers, portanto, já provou que funciona mesmo com esses desfalques.
Espero que o Sydney ataque através de Davis e do seu garrafão, com o New Zealand respondendo nas infiltrações de Davison e na capacidade de Mennenga de movimentar a defesa. O Sydney cedeu 16 rebotes ofensivos contra o Adelaide, então contestar o primeiro arremesso não resolverá todos os problemas na defesa. A disputa dos pontos por quarto na Ignite Cup também traz um objetivo à parte ao longo do confronto.
Estou dando mais peso à capacidade demonstrada de passes dos reservas do New Zealand e aos seus finalizadores de apoio do que na minha avaliação inicial. Junto com as mudanças na unidade de pressão do Sydney e suas fragilidades nos rebotes, vejo os Breakers com um caminho viável para manter a diferença sob controle. Por isso, fico com o New Zealand para cumprir o handicap.