As duas partidas dependem de como a pressão vai se transformar em chances claras dentro da área. O Rizespor consegue avançar com a bola por meio de Sowe, enquanto o Fenerbahçe tem recursos para criar tanto mantendo a posse quanto em saídas rápidas. O Feyenoord pode alargar o campo contra o AZ pela direita, e o AZ tem passe para trabalhar pelo meio-campo. O ponto-chave é qual desses caminhos continuará gerando oportunidades ao longo do jogo.
O Rizespor tem finalizado em casa, mas seus ataques nem sempre terminam em arremates limpos. O Fenerbahçe consegue exercer pressão constante ou transformar uma retomada de bola em jogada nas costas da defesa. Greenwood e Brown dão suporte a Muriqi quando os laterais do Rizespor sobem, enquanto Sowe e Olawoyin são a principal ligação dos donos da casa pelo centro.
A suspensão de Mihaila tira uma das opções abertas do Rizespor, e a condição física de Laçi deixa a progressão pelo meio instável. Semedo e Aké somaram minutos recentes na defesa do Fenerbahçe, então trazem funções bem assimiladas para o duelo com Sowe. Espero que o Fenerbahçe crie chances tanto quando o Rizespor avançar quanto quando os visitantes ocuparem o campo de ataque. Por isso, fico com o Fenerbahçe fora de casa.
O Feyenoord tem criado entradas repetidas pela direita com as ultrapassagens de Read e as movimentações por dentro de Hadj Moussa. Valente consegue, então, acionar as infiltrações de Ferri na área. O AZ pode levar a bola até Meerdink através de Koopmeiners, Kwakman e Byskov; assim, o duelo no meio-campo definirá com que frequência cada ataque receberá a bola em espaços favoráveis.
Hadj Moussa está à disposição, enquanto o AZ precisa substituir a transição de passe de Smit no meio-campo. A pressão do Feyenoord ganha um alvo evidente nessa nova saída de bola do AZ, e a dupla Read e Hadj Moussa oferece uma via de criação além das bolas recuperadas. Espero que a pressão pelos lados e as combinações por dentro proporcionem uma presença mais constante na área. Por isso, fico com o Feyenoord em casa.