A pressão do Gangwon deve render domínio territorial e bolas paradas, enquanto o Kuching tem um caminho direto para explorar o espaço deixado nas costas dessa marcação. Em Xangai, o primeiro passe do Shenhua na saída de bola encara a pressão alta do Machida e a disputa pelas segundas bolas. Os dois jogos dependem diretamente do que acontece assim que a jogada inicial é travada.
Kim Dae-won e Goh Young-jun vêm abastecendo o ataque do Gangwon com entradas frequentes na área, mas a pressão recente contra Incheon e Phnom Penh quase não gerou perigo na finalização da jogada. Já o Kuching consegue acionar Shitembi ou Etame após a recuperação e lançar Ramadhan ou Wenzel-Halls nas costas dos alas que avançam. Hwang Mun-ki jogou a última partida do Gangwon antes de operar; Mo Jae-hyeon atuou em parte do duelo e agora é dúvida. Do lado do Kuching, João Pedro e Safawi jogaram a última rodada antes de virarem novas dúvidas físicas, enquanto Shitembi, Etame e Ramadhan seguem como opções recentes de escape. Espero que o Gangwon controle mais a posse de bola, mas o Kuching deve esticar a bola o suficiente para se manter vivo na partida. Por isso, fico com o Kuching City para se sustentar no jogo.
O Shenhua pode usar Teixeira para acionar Ratão ou Asué quando consegue uma saída limpa, e Gao Tianyi garante perigo nas bolas paradas. Pelo Machida, Soma e Ouwejan mantêm a bola viva na área adversária, com Lavi e Mae brigando pela segunda bola para alimentar Ogawa e Nishimura. Wu Xi saiu machucado logo cedo no último jogo do Shenhua, Zhu Chenjie foi desfalque após diagnóstico de fratura, e Jiang Shenglong mal tinha retornado; Ratão e Asué jogaram. A base da pressão do Machida e os homens de ponta estiveram em campo nos jogos recentes pela liga nacional, após a rotação do elenco diante do Tampines. Acredito que as recuperações constantes vão render ao Machida uma presença na área bem mais frequente do que as escapadas do Shenhua. Por isso, fico com a vitória do Machida.