O Perth aposta na execução eficiente das jogadas de meia quadra e em cavar faltas para fechar os jogos em casa. O New Zealand Breakers depende bastante da eficiência no perímetro, impulsionada pelos seus armadores, que criam espaço. Quando esses estilos se enfrentam, o duelo fica entre o controle do garrafão e a variação no perímetro, mas a dinâmica muda bastante quando a presença no garrafão é alterada.
O principal duelo no perímetro coloca as infiltrações do Breakers à prova contra a defesa perimetral do Perth, enquanto a disputa no garrafão gira em torno dos rebotes. O pivô titular do Perth está fora por uma lesão na panturrilha, o que enfraquece diretamente a proteção do aro e a capacidade de pegar rebotes da equipe. O Perth costuma começar forte em casa e vai tentar abrir vantagem logo cedo, mas o Breakers pode aproveitar a ausência do principal pivô do Perth para levar a melhor nos rebotes e criar oportunidades de segunda chance. Por isso, ficamos com o New Zealand Breakers para cobrir o handicap como azarão.
Na segunda partida, o confronto tático coloca uma equipe que constrói as jogadas com posse de bola contra um sistema agressivo de pressão pós-perda. O Chelsea busca controlar o ritmo e avançar pelas linhas de forma metódica, enquanto o Bournemouth tenta forçar perdas de bola no campo de ataque e partir direto para o contra-ataque.
Os atacantes do Bournemouth vão pressionar diretamente uma linha de três defensores que ainda está se adaptando ao novo sistema. Com dúvidas sobre a presença de jogadores importantes que sabem escapar da pressão, falta ao Chelsea a segurança necessária para superar com consistência uma pressão alta com a equipe descansada. O Bournemouth deve começar com muita intensidade, pressionando agressivamente a saída de bola no primeiro tempo para forçar erros logo cedo e aproveitar falhas não provocadas. Por isso, ficamos com o Bournemouth para fazer um bom jogo como azarão.