Auxerre e Le Mans devem colocar à prova a primeira saída de bola um do outro a partir de esquemas bem diferentes. A linha de trás compacta do Auxerre consegue lançar a bola pelo meio-campo para quem ataca os espaços nas costas da zaga. O Le Mans pode pressionar essa saída e tentar acionar Mafouta ou buscar uma bola parada. A qualidade da primeira finalização limpa deve definir qual momento de pressão terá mais impacto no jogo.
Danois vem se conectando bem com Faivre, Namaso e Archer para criar chances claras dentro da área, enquanto a pressão do Le Mans exige que Bretelle e Vercruysse cortem esse primeiro passe central. Contra o Le Havre, a construção ofensiva do Auxerre gerou várias finalizações de perto, e seu provável trio de zaga atuou os 90 minutos. Já o Le Mans terá de suprir a ausência de Voyer, que saiu machucado diante do Toulouse, além de Larouci na ponta; Bourabaa e Colas já tinham desfalcado a equipe naquele confronto. Calodat tem mostrado bom poder de criação em participações mais curtas, mantendo o Le Mans com alternativas para pisar na área, mas o entrosamento do Auxerre parece em melhores condições de transformar a disputa no meio-campo em finalizações decisivas. Por isso, fico com o Auxerre.