A pressão inicial do Sunderland pode complicar a vida do Brentford, que vem com uma linha defensiva mexida e goleiro reserva da copa. Mesmo assim, o Brentford tem recursos no meio-campo para segurar esse ímpeto e acionar o ataque pelos lados. O confronto entre eles em setembro mostrou que o Sunderland consegue reagir mesmo quando o Brentford aumenta o volume de cruzamentos. O ponto decisivo deve ser a capacidade do Brentford de construir novas chances após o primeiro corte da zaga ou um eventual gol de empate.
A capacidade de recuperação de Sangaré e a visão de passe de Damsgaard podem ligar o meio do Brentford a cruzamentos, cobranças de lateral longas e segundas bolas. Janelt segue como opção provável, apesar de constar como desfalque em algumas fontes, enquanto Wilson já balançou as redes nesta copa; Andrews também vem apostando em substituições ofensivas para aumentar o poder de fogo. O calendário recente do Sunderland é mais pesado e a expectativa é de bastante rotação para a copa, embora a escalação titular ainda não esteja confirmada. Ballard e Mundle ficaram de fora contra o Leeds, Brobbey voltou jogando poucos minutos, e a situação de Meunier e Danso pede uma análise cuidadosa em vez de confiar cegamente no status divulgado pelos fornecedores de dados. Fico com o meio-campo mais encorpado e o maior poder de resposta ofensiva do Brentford ao longo dos 90 minutos.