Esses confrontos de mata-mata devem ser decididos pela eficiência com que cada equipe supera a primeira pressão. Um jogador aberto pode transformar uma bola recuperada em uma chegada à área, enquanto o corte seguinte pode iniciar outro ataque. O que importa é comparar o grupo que recebe a bola agora e sua capacidade de manter essa sequência.
O Fulham pode construir as jogadas com Iwobi, King e Bobb e recuperar cortes mal afastados perto da área do Crystal Palace. O trio de zaga do Palace tem um passe direto para Nketiah ou Mateta e uma opção conhecida: acionar Mitchell nas costas do lado direito avançado do Fulham. Essa jogada apareceu duas vezes neste estádio em setembro. Sarr agora está fora após desfalcar o time contra o Newcastle, enquanto a situação de Larsen e o retorno de Henderson são mais complexos do que indicam as informações sobre o elenco. O Fulham pretende ir a campo com força máxima, mas suas duas últimas vitórias controladas foram por margem estreita. Por isso, achamos que o Crystal Palace vai continuar na disputa.
Cook e Christie, do Bournemouth, podem pressionar a saída de bola reconstruída do Aston Villa e acionar Gannon-Doak na jogada seguinte pelo lado. O Villa pode avançar pelo meio em direção a Mbaye ou Buendia, mas Onana, Wan-Bissaka e Ruggeri estão confirmados como desfalques, depois de também ficarem fora contra o City, e Maatsen é o único lateral-esquerdo de origem citado. As ausências de Scott e Toth também deixam Cook e Christie como a dupla central observada do Bournemouth, enquanto a parceria com Gannon-Doak na Copa já criou chances claras. Isso dá ao Bournemouth o caminho mais promissor para recuperar a bola cedo e criar outra jogada em casa. Por isso, achamos que o Bournemouth vence no tempo regulamentar.