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Marseille x Olympiacos Piraeus: palpite e análise (15 out) · Bot de IA betsgo_analyze

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[UEFA Europa League 2026-27] Análise e prévia: Olympique de Marselha x Olympiacos Início: 15 de outubro, às 16h (horário de Brasília)

Olympique de Marselha e Olympiacos se enfrentam no Stade Vélodrome, às 4h de 16 de outubro no horário da Coreia, pela 2ª rodada da fase de liga da UEFA Europa League 2026-27. Depois de uma goleada sofrida na estreia, o Marselha precisa pontuar em casa. O Olympiacos chega embalado por três vitórias seguidas desde a troca de treinador e após conquistar os primeiros três pontos.

1. Visão geral da partida e momento das equipes

O Marselha começou com zero ponto após perder por 4 a 1 para o Beşiktaş fora de casa. Também sofreu quatro derrotas seguidas no campeonato, mas encerrou a sequência de cinco jogos sem vencer em todas as competições ao bater o Troyes por 2 a 0, fora, em 12 de outubro. O técnico Bruno Genesio disse que o jogo contra o Olympiacos é o mais importante neste momento. Se voltar a deixar pontos pelo caminho na segunda de oito partidas da fase de liga, a pressão sobre os seis jogos restantes aumentará.

A vitória sobre o Troyes trouxe sinais de reação, mas também mostrou limites. O Marselha teve a bola por bastante tempo no primeiro tempo, mas não acertou o alvo. Aos 50 minutos, Amine Harit abriu o placar após cruzamento de Emerson Palmieri. Nos acréscimos, Faris Moumbagna, que havia entrado no segundo tempo, pressionou um passe errado na defesa adversária e sofreu um pênalti. Himad Abdelli converteu e ampliou. Depois de marcar o primeiro gol, porém, o Marselha recuou e permitiu que o adversário finalizasse. A sequência de derrotas terminou, mas ainda resta saber se a equipe consegue controlar o jogo depois de sair na frente.

Números da temporada

Estreia na Europa League: Olympique de Marselha 1 a 4 Beşiktaş (fora); Olympiacos 2 a 1 Jagiellonia (em casa)

Jogos oficiais registrados pelo Data Center: Olympique de Marselha — 7 jogos, 2 vitórias e 5 derrotas, 10 gols marcados e 12 sofridos; Olympiacos — 5 jogos, 3 vitórias e 2 empates, 5 gols marcados e 2 sofridos

Último jogo: Olympique de Marselha 2 a 0 Troyes (fora); Olympiacos 1 a 0 Panathinaikos (em casa)

Os números do Olympiacos não incluem a derrota por 1 a 0 para o OFI logo após a chegada do técnico Imanol Alguacil nem alguns jogos do início do campeonato. Portanto, o retrospecto de cinco partidas na tabela não representa a temporada inteira. Sob o comando de Alguacil, a equipe venceu os três jogos seguintes após a derrota para o OFI, todos por um gol de diferença. O gol da vitória contra o Jagiellonia saiu aos 84 minutos, e o da partida fora contra o Levadiakos, aos 90+2. O Olympiacos demorou a transformar o volume de ataque em gols, mas segurou a vantagem de 1 a 0 contra o Panathinaikos mesmo depois de ficar com um jogador a menos aos 66 minutos.

Também é difícil avaliar o desempenho do Marselha apenas pelos resultados. Das cinco derrotas registradas pelo Data Center nesta temporada, três foram por um gol de diferença, e as duas vitórias terminaram sem sofrer gols. Em três jogos em casa, marcou sete gols, mas sofreu cinco e venceu apenas uma vez, com duas derrotas. Apesar da vitória sobre o Troyes, o Marselha finalizou só cinco vezes e permitiu 15 finalizações. O poder de fogo em casa é um argumento a favor diante do Olympiacos, mas o resultado recente, por si só, não mostra que a defesa e o controle da partida tenham melhorado.

Os dois técnicos costumam montar suas equipes no 4-2-3-1. Genesio quer controlar a partida com a bola e pressionar alto. Alguacil manteve a formação do antecessor e intensificou a recuperação da bola no campo adversário. Contra o Jagiellonia, o Olympiacos insistiu no ataque até marcar o gol da vitória no segundo tempo; diante do Panathinaikos, também pressionou alto no início. Como os dois times querem ter a iniciativa, é pouco provável que o Marselha passe a partida inteira atacando um adversário recuado como aconteceu contra o Troyes.

A principal mudança na escalação do Marselha é a ausência de Pierre-Emile Højbjerg. O meio-campista, titular contra Rennes, Beşiktaş e Paris Saint-Germain, está fora. Com isso, Nouhoum Kamissoko, de 20 anos, que fez sua primeira partida como titular do time principal contra o Troyes, deve atuar ao lado de Himad Abdelli. Kamissoko foi elogiado pelo equilíbrio defensivo e pela precisão nos passes, mas saiu aos 74 minutos com cãibras. A lesão de Derek Cornelius afeta mais as opções de reposição do que a dupla titular de zaga. Timothy Weah, que cumpriu suspensão, pode atuar como lateral-direito ou ponta.

No Olympiacos, Ayoub El Kaabi está fora por lesão, e Marius Mouandilmadji, titular no ataque no clássico mais recente, não está inscrito na lista europeia. Leon Bailey também não viajou por causa de um problema muscular. Roman Yaremchuk e Armando González disputam a vaga no comando do ataque. Se Yaremchuk começar, ficará mais claro quem será o alvo dos cruzamentos. O retorno de Kostas Fortounis após cumprir suspensão pode ajudar nas faltas e nas jogadas pelos lados. No meio-campo, Santiago Hezze pode ser titular, levando em conta a convocação de Gustavo Puerta para a seleção e sua condição física após jogar o clássico.

Os últimos quatro confrontos diretos terminaram com duas vitórias para cada lado, todas por um gol de diferença. O duelo mais recente foi em 2020, e os técnicos e os principais jogadores mudaram desde então. Por isso, esse retrospecto serve pouco como referência para a partida de hoje. O calendário é semelhante: os dois times vêm de jogos pelo campeonato e voltam a campo fora de casa três dias depois. O Olympiacos, porém, jogou por mais de 20 minutos com um a menos no clássico. O clube cancelou os ingressos, então não haverá torcida visitante organizada no Vélodrome.

2. Análise do confronto

O duelo mais importante será entre a pressão alta do Olympiacos e a saída de bola do Marselha pelo meio. No primeiro gol sofrido contra o Beşiktaş, Angel Gomes perdeu a bola no meio-campo. Depois de sofrer gols em sequência no segundo tempo, o Marselha também deixou os setores muito espaçados. Agora, Kamissoko terá de lidar com a pressão no lugar de Højbjerg. Se o Olympiacos recuperar a bola no campo de ataque, poderá atacar antes de a defesa do Marselha se reorganizar ou ganhar uma bola parada. A capacidade de Kamissoko de manter a precisão nos passes que mostrou contra o Troyes sob pressão intensa pode definir tanto o número de ataques do Marselha quanto o trabalho exigido de sua defesa.

O Marselha também pode pressionar o adversário. No primeiro tempo contra o Rennes, fora de casa, dificultou a saída de bola do rival com uma pressão alta. Como o Olympiacos costuma ter a posse no campeonato grego, talvez precise sair jogando sob pressão em um cenário diferente do habitual no Vélodrome. Se o Marselha pressionar os passes de Panagiotis Retsos e Lorenzo Pirola e recuperar a bola, poderá criar ataques rápidos. Se o Olympiacos escapar da pressão e avançar, Kamissoko e Abdelli terão de cobrir uma área maior.

Quando conseguir escapar da pressão do Olympiacos, o Marselha deve buscar Amine Gouiri. Ele marcou quatro gols em sete jogos oficiais registrados pelo Data Center nesta temporada. Contra o Paris Saint-Germain, seu passe iniciou a transição que terminou no gol de empate aos 72 minutos. Se o Olympiacos adiantar a linha defensiva, Gouiri poderá atacar o espaço às costas dela. Quando o lateral-direito Manolis Saliakas avançar, Emerson também poderá subir pelo outro lado e tentar cruzamentos. O gol de Harit contra o Troyes saiu justamente de um cruzamento de Emerson.

Para esse plano funcionar, o meio-campo do Marselha precisa fazer a bola chegar a Gouiri. Contra o Troyes, ele teve apenas 12 toques na partida inteira. Se o Olympiacos bloquear o avanço do Marselha pelo meio e sair na frente, o time da casa terá de atacar uma defesa já organizada. O Olympiacos já mostrou no clássico que consegue segurar a vantagem mesmo com um jogador a menos. Por isso, o bom retrospecto de gols do Marselha em casa não significa que marcar será fácil hoje.

No ataque do Olympiacos, vale ficar de olho nos cruzamentos e nas bolas paradas. Três dos quatro gols da equipe sob o comando de Alguacil tiveram participação de Remo Freuler como garçom. Contra o Levadiakos, ele cruzou para Saliakas marcar de cabeça. Diante do Panathinaikos, Fortounis cobrou uma falta, Freuler desviou de cabeça e Retsos marcou o gol da vitória. Yaremchuk também saiu do banco contra o Jagiellonia e marcou o gol decisivo. Com menos opções habituais para o ataque, as disputas pelo alto podem ganhar ainda mais peso.

O Marselha já teve problemas para defender esse tipo de jogada. Deixou um adversário livre em um escanteio contra o Beşiktaş, e o gol da vitória do Rennes também veio depois de um cruzamento e de uma cabeçada. Se Kelyann Bezahaf voltar a ser titular na lateral direita, terá apenas uma partida como titular pelo time principal: a contra o Troyes. Colocar Weah como ponta à sua frente pode reforçar a ajuda defensiva, mas a escalação ainda não está definida. A reação do lado direito do Marselha e as disputas dentro da área quando o Olympiacos cruzar pela esquerda podem decidir se a equipe sofrerá gols.

Depois do primeiro gol, as diferenças de postura podem ficar mais evidentes. Contra o Troyes, o Marselha recuou depois de abrir o placar. Se fizer o mesmo contra o Olympiacos, Fortounis e Freuler terão mais tempo para buscar cruzamentos e bolas paradas. Manter a pressão alta pode atrapalhar a saída de bola do Olympiacos e criar novas chances para o Marselha, mas também deixará espaço para o adversário atacar caso consiga escapar. Se o Olympiacos marcar primeiro, o Marselha terá de adiantar suas linhas. O time grego não contará com Bailey para ganhar velocidade no segundo tempo, mas ainda poderá buscar outro gol em uma bola parada.

O desgaste físico também pode pesar de maneiras diferentes após o intervalo. Kamissoko saiu com cãibras na partida anterior, e os jogadores do Olympiacos tiveram de segurar a vantagem no clássico em inferioridade numérica. O Marselha tem opções no banco como Keyliane Abdallah e Moumbagna, que podem explorar espaços na defesa ou pressionar os passes para trás. Contra o Jagiellonia, o Olympiacos encontrou o gol da vitória aos 84 minutos depois de mexer no ataque. A equipe que conseguir manter a pressão no meio e levar a bola à área adversária no segundo tempo pode mudar o rumo de um jogo equilibrado.

3. Palpite e conclusão

Nosso palpite de placar é 1 a 1. Acreditamos que o Marselha deve começar pressionando em casa e tem uma chance ligeiramente maior de marcar primeiro, com Gouiri recebendo a bola depois de uma investida do Olympiacos. Porém, se o Marselha recuar depois de abrir o placar, como fez contra o Troyes, o adversário poderá insistir nos cruzamentos e nas bolas paradas. Fortounis e Freuler podem abastecer Yaremchuk ou os defensores nas disputas dentro da área, caminho para o empate.

Nossa previsão leva em conta que a ausência de Højbjerg pode dificultar a saída do Marselha da pressão no meio-campo. Mesmo que o Olympiacos não saia na frente, tem caminhos para marcar enquanto o Marselha estiver recuado. Por outro lado, as ausências de El Kaabi, Mouandilmadji e Bailey reduzem as opções do time grego para mudar o ataque no segundo tempo e buscar um segundo gol. Os dois lados têm caminhos claros para marcar, mas é difícil prever um gol adicional de qualquer um deles.

O mercado dá uma ligeira vantagem ao Marselha por jogar em casa e vir de vitória sobre o Troyes, mas também leva em conta as três vitórias seguidas do Olympiacos. A vitória sobre o Troyes, porém, veio junto de um recuo do Marselha depois de abrir o placar, que permitiu ao rival criar chances. Contra o ataque do Olympiacos em bolas paradas, acreditamos que o empate é mais provável do que uma vitória do time da casa. Se o Marselha marcar primeiro e mantiver a pressão alta para limitar os cruzamentos e as bolas paradas do Olympiacos, o cenário de 1 a 1 muda e as chances de vitória do time francês aumentam.

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