O Dortmund pode continuar alçando bolas na área pelos lados, enquanto o Frankfurt tem atacantes capazes de reagir depois de um tropeço logo no início. As segundas bolas na defesa do Frankfurt e o controle do Dortmund quando está em vantagem tornam importante o que vem a seguir. Lens e Paris FC também têm caminhos diferentes para chegar à área: o Lens aposta nos cruzamentos pelos lados, e o Paris, em saídas após pressionar. Nos dois jogos, o primeiro gol pode dar início a outra sequência, em vez de definir o confronto.
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Napoli e Roma colocam frente a frente uma primeira linha de pressão e uma saída qualificada com passes mais recuados. A disputa pela segunda bola após essa pressão pode ser tão determinante quanto o passe inicial. Chelsea e Tottenham também contam com boas opções pelos lados do campo, e o espaço por dentro nas costas da marcação adiantada dos Spurs deve ditar a frequência com que o Chelsea aciona seus homens de frente. Os dois confrontos passam diretamente pelo que cada equipe consegue produzir assim que a sua principal rota de ataque é neutralizada.
Charlotte e Miami chegam com um caminho claro para criar posses extras. A primeira pressão sobre os armadores de Charlotte vai determinar se essas posses viram arremessos ou erros. Miami pode atacar o garrafão com Giannis e Bam, enquanto a resposta de Charlotte começa nos rebotes e passa pelos pontuadores secundários. A posse seguinte depois que a liderança mudar de mãos deve ser especialmente reveladora.
O Valencia quer transformar a força de jogar em casa em uma pressão inicial, enquanto o Villarreal pode aproveitar essa agressividade para encontrar espaço nas costas da primeira linha. Os visitantes vêm criando chances mesmo quando a finalização não tem acompanhado. O Valencia mostrou que consegue responder pelos lados mais tarde na partida, então o primeiro gol deve mudar o espaço disponível nas duas pontas.
Dois grandes jogos neste sábado em que a reputação e o desempenho em campo apontam para lados opostos. Em Stamford Bridge, os resultados do Chelsea em casa estão bem acima do que o time realmente produz e cede em chances, enquanto o Tottenham vem jogando fora de casa melhor do que os seus resultados mostram. Em Dortmund, o histórico de jogos abertos do Frankfurt bate de frente com um mandante que não deixou ninguém jogar aberto contra ele a temporada inteira. Nos dois confrontos, o desenho tático do jogo pesa mais do que os números brutos.
Um clássico londrino em que os dois goleiros e as duas defesas levantam dúvidas reais, e um dérbi valenciano em que a tabela esconde uma troca de técnico. Em Stamford Bridge, as notícias desta semana abriram um caminho para o gol para cada lado. No Mestalla, um Villarreal cansado e com mudanças no time encara uma defesa compacta que acabou de ser montada.
Dois favoritos em casa contra blocos compactos, mas que devem se desenrolar de maneiras diferentes. Em Barcelos, o padrão do Porto no campeonato de construir a vantagem no final do jogo se choca com o ataque do Gil Vicente, que quase não cria nada além de pênaltis. Em Dortmund, um Frankfurt que se fechou após uma goleada pesada encara um Dortmund que prefere controlar os jogos em vez de partir para o atropelo.
Dois jogos da Serie A com características bem diferentes. No Olímpico, o Parma sofre gols exatamente da maneira que a Lazio gosta de atacar, e perdeu os dois atacantes que marcaram na última vitória. Em Nápoles, as duas defesas foram mexidas nesta semana justamente nos setores mais importantes, e os dois técnicos têm motivos para manter o ataque.
Chelsea e Spurs chegam com desfalques justamente nos setores onde o adversário costuma ser mais perigoso no ataque, então este clássico londrino tem tudo para ser aberto dos dois lados. Já no Mestalla o cenário é o oposto: o novo bloco compacto do Valencia encara um Villarreal que jogou há apenas três dias em uma noite intensa em Anfield. Um confronto desenhado para muitas chances; o outro, para um jogo truncado em que o empate surge como o desfecho mais natural.
Em Montreal, a melhor defesa da liga encara um time da casa sem seu centroavante, três defensores e sem pernas depois de uma final de copa que durou 120 minutos. Assim, o mandante tem poucas armas para ameaçar. Em Nova Jersey, o cenário é o oposto: o Red Bulls, que pressiona e precisa vencer, encara o trio de ataque do Miami atrás de uma defesa improvisada. Um jogo deve ser controlado e truncado; o outro, aberto nas duas pontas.
Dois jogos em que o primeiro toque de um dos lados deve decidir boa parte da noite. Em Ancara, o saque de um campeão já entrosado encara uma recepção reformulada que ainda está aprendendo a passar em conjunto. Em Charlotte, um time da casa sem um armador de ofício enfrenta um adversário que protege a bola e tem a maior ameaça no garrafão. Nos dois jogos, a disputa pela posse deve pesar mais do que o aproveitamento nos arremessos.
Dois jogos em que o visitante cria as melhores chances e, nos dois casos, um empate apenas devolveria o valor apostado, sem resolver a questão.
Dois jogos da MLS com uma leitura de jogo bem clara para cada um. Em um deles, os visitantes criam bem mais chances e os donos da casa chegam desfalcados lá atrás. No outro, duas defesas frágeis se enfrentam, com tudo para saírem gols dos dois lados.
Dois jogos em que os visitantes criam mais, contra mandantes que têm dificuldade para marcar ou para evitar gols sofridos. Nos dois casos, o empate é uma possibilidade real; então, a questão é quem leva vantagem nas chances, e não quem vence de qualquer jeito.
Napoli x Roma parece um duelo mais equilibrado no placar do que nos números de chances criadas. Nos últimos dez jogos, a Roma criou mais e cedeu menos, enquanto o Napoli tem permitido quase tantas chances quanto cria. Os dois times têm problemas com desfalques, mas em setores diferentes do campo.
Dois jogos da Serie A em que uma das equipes chega com uma estrutura claramente mais sólida que a outra. Em ambos, o time em que eu fico corre poucos riscos, enquanto o adversário não tem as peças necessárias para incomodar.
De um lado, o Villarreal, que controla a posse e cria chances, mas não vem transformando isso em resultados; do outro, o Valencia, mandante de poucos gols e com carência de atacantes. O Villarreal cria as melhores oportunidades, enquanto o Valencia marca menos de um gol por jogo. A questão é se os visitantes vão converter o volume de jogo em gol.
Dois mandantes têm um perfil superior na recuperação da bola e na criação de chances, e enfrentam adversários cuja defesa ou estrutura de meio-campo vem falhando. Nenhum dos jogos parece equilibrado e aberto: os donos da casa devem controlar o território, enquanto os visitantes vão precisar de um contra-ataque ou de uma bola parada para seguir na partida.
Napoli x Roma parece um jogo em que o visitante leva vantagem nos números, mas o mandante conta com o fator casa e tem uma chance real de empate. A Roma cria mais e cede menos nas partidas recentes, enquanto os resultados do Napoli variam conforme o aproveitamento nas finalizações e quem abre o placar. Den Haag x Heerenveen é um jogo em que as médias da temporada escondem uma diferença: o Den Haag parece outro time em casa. A expectativa é de um jogo aberto e equilibrado, com chances para os dois lados.
Dois visitantes que criam mais chances do que os donos da casa que enfrentam, contra mandantes com pouco poder de fogo.