Toyama e Ibaraki se enfrentam com números bem diferentes em casa e fora. O porte físico de Ibaraki domina os rebotes e deixa o jogo mais lento, sobretudo como visitante. Toyama aposta na pressão e nos lances livres, não na qualidade dos arremessos, e tem feito jogos de poucos pontos em casa. Com as duas equipes disputando o terceiro jogo em cerca de cinco dias, a tendência é de uma partida truncada, em meia quadra.
Ibaraki começa com Soares, Delaney e Law juntos, e esse garrafão leva vantagem nos rebotes (43 a 27 contra Osaka, 44 a 36 contra Alvark). Os quatro jogos fora terminaram com 143, 163, 156 e 135 pontos. Os dois jogos recentes de muitos pontos em casa é que elevam os números gerais, e o aproveitamento de três pontos como visitante tem sido bem mais baixo do que em casa.
Toyama acerta 30,6% dos arremessos de três e tem dificuldade para converter perto da cesta. A equipe marca 73,8 pontos por jogo em casa, e quatro das cinco partidas como mandante ficaram bem abaixo dos totais mais altos que alcançou fora. Também perde a disputa dos rebotes, então o porte físico de Ibaraki tira as segundas chances de Toyama em vez de criar mais posses.
O melhor caminho para Toyama acelerar o jogo é forçar turnovers e chegar à linha de lance livre — foram 36 lances livres contra Shimane. Mas Ibaraki apertou a defesa na sequência de quatro vitórias, cedendo apenas de 11 a 22 lances livres por jogo. Não há desfalques listados para nenhum dos lados. Simms apareceu em imagens caindo contra Shimane, mas não há informações sobre sua situação.
O roteiro mais provável: Ibaraki começa bem nos rebotes, a pressão de Toyama mantém o jogo equilibrado nos quartos do meio, e o desgaste das duas equipes deixa o quarto período mais lento, em meia quadra. Por isso, ficamos com um jogo de menos pontos.