A pressão do Cardiff exige que o Burnley resolva o primeiro passe antes que seus atacantes possam participar do jogo. Na Filadélfia, cruzamentos e bolas constantes na área encontram uma defesa do Toronto que mudou peças importantes no miolo de zaga. Os dois confrontos colocam a ligação entre a criação no meio-campo e o homem de frente no centro das atenções.
O Cardiff quebrou a transição do Birmingham e conseguiu acertar cruzamentos para Salech, contando ainda com a chegada de Moylan. Com o Burnley criando pouco perigo dentro da área contra o QPR, essa pressão ganha um alvo bem definido. Osho volta a ficar à disposição, enquanto Robertson e Ng seguem como dúvidas, mesmo tendo atuado na última partida; Bielik e Amdouni não têm vaga garantida entre os titulares. O Cardiff deve subir as linhas logo cedo e manter Salech participativo ao longo do jogo. Pela pressão que demonstraram e por essa boa conexão com o ataque, meu palpite é na vitória do Cardiff.
O Philadelphia mantém Quinn Sullivan e Wagner municiando Damiani, que acertou uma cabeçada no travessão contra o Cincinnati. A presença criativa de Cavan oferece uma alternativa pelo meio, e Jean Jacques volta a estar disponível para ajudar a brigar pela segunda bola. O Toronto não terá Gavran e Kuscevic, que foram titulares contra o Atlanta, o que mexe no goleiro e na estrutura da zaga; a minutagem de Bueno ainda é uma incógnita e Iloski não entra nessa equação. Espero um Union buscando jogadas rápidas no ataque e aproveitando as sobras antes que o Toronto consiga se reorganizar. Essa capacidade de manter o fluxo ofensivo diante de um adversário com mudanças na defesa me faz apostar na vitória do Philadelphia.