O Phoenix consegue pontuar cedo com Booker, Green e Bridges, mas suas vantagens têm dependido de fechar os rebotes e cuidar da bola no final. O Portland já mostrou que pode se recuperar de uma desvantagem inicial usando diferentes criadores e posses extras. Em Denver, Jokić e Murray dão o primeiro golpe forte contra o Toronto, cuja resposta vem de múltiplos condutores de bola e do trabalho na tabela. Nos dois jogos, a posse após o primeiro arremesso errador importa tanto quanto o próprio primeiro chute.
Os rebotes ofensivos de Clingan ajudaram o Portland a se recuperar em Denver, com Avdija, Lillard e Holiday oferecendo, cada um, outra forma de criar. Morant e Sharpe ficaram de fora dos jogos recentes do Portland contra Denver e Utah, então essa rotação já funcionou sem eles. Williams desfalcou o Phoenix na última partida e continua fora, deixando seus atuais pivôs encarregados de definir essas posses nos rebotes. Os desperdícios de bola do Phoenix no final e as paradas incompletas na defesa dão ao Portland as segundas chances que a equipe vem aproveitando bem. Eu fico com o Portland.
Jokić consegue atrair a marcação e Murray sabe castigar isso, mas o Toronto conta com Barnes, Quickley e Barrett para dar respostas individuais. Poeltl perdeu os últimos dois jogos do Toronto e é dúvida; Murray-Boyles começou como titular na posição de pivô no jogo mais recente e ajudou a manter a tabela ativa. O Denver cedeu repetidos rebotes ofensivos ao Portland, mesmo enquanto Jokić e Murray pontuavam. O Toronto pode usar esse caminho e seus condutores de bola para seguir respondendo após uma corrida do Denver. Eu fico com o Toronto para se manter próximo no placar.