O clássico de Melbourne reúne duas combinações pelo meio que funcionaram bem diante de defesas que sofreram com cruzamentos e segundas bolas nas partidas de estreia. Nenhum dos lados precisa dominar a posse durante todo o jogo para chegar a uma boa posição de finalização. Em Yokohama, o duelo inicial entre os arremessadores aponta para uma partida equilibrada, marcada por arremessos baixos, rebatedores pacientes e pelo momento das substituições.
A conexão mais clara do Victory passa por Genreau e May até Nduka, que marcou e depois teve outra grande chance em Wellington. O primeiro passe errado e o corte malfeito do City contra o Auckland dão alvos concretos para essa rota. O City também tem uma resposta: os passes de Rahmani, as chegadas de apoio de MacNicol e a movimentação central de Nabbout podem explorar os espaços nos cruzamentos e nas bolas rasteiras para trás que o Victory deixou.
O grupo que começou a temporada pelo Victory passou ileso pela semana de preparação, e Sawyer está disponível novamente. Marcondes e Cascante voltam ao elenco ampliado do City, mas ainda sem ritmo de titular; o ataque já mostrou o que pode fazer com os jogadores que enfrentaram o Auckland. Com o clássico passando da pressão para as arrancadas de recuperação e as substituições mais tarde, esperamos um gol de cada equipe de Melbourne.
Ishida, de Yokohama, tem um sinker baixo para enfrentar o núcleo de rebatedores canhotos do SoftBank. Watarai e Sano dão aos BayStars outra forma de desafiar Uezawa antes que o forkball dele passe a dominar a disputa. Os dois clubes tiveram uma pausa nos jogos oficiais, então nenhum deles leva vantagem por cansaço imediato do bullpen.
Yanagita voltou ao time titular antes da pausa, e não estamos usando nenhuma ausência atual para fabricar uma vantagem para os BayStars. Sem rebatedor designado, a vez do arremessador no bastão e as decisões de substituí-lo por um rebatedor entram em cena no meio do jogo. Ficamos com Yokohama para se manter perto durante essa disputa.