O Al-Hussein consegue manter o Al Shorta (Iraq) no próprio campo, mas suas investidas contra uma defesa bem postada nem sempre resultam em uma finalização limpa. O Al-Hussein tem uma formação compacta fora de casa e responde de forma direta quando recupera a bola ou em jogadas de bola parada. Torino e Como protagonizam um duelo diferente: os dois times podem criar uma boa chance e atacar a segunda bola. Pelos lados e pelo meio, conseguem manter o jogo aberto mesmo depois do primeiro gol.
No primeiro tempo contra o Al Seeb, o Al Shorta teve bastante posse de bola, mas não acertou nenhum chute no alvo. Já o ataque do Al-Hussein fora de casa contra o mesmo adversário conseguiu finalizar dentro da área, e Aref Al-Haj mostrou eficiência. O Al-Hussein poupou jogadores na escalação do campeonato, e Al-Haj participou da entrevista coletiva pré-jogo, o que reforça essa capacidade de resposta. As notícias de desfalques do Al Shorta envolvem jogadores que já não estavam na escalação da última vitória. Por isso, a questão decisiva continua sendo a qualidade da primeira finalização do Al Shorta diante do bloco defensivo do Al-Hussein. Por isso, ficamos com o Al-Hussein.
Caqueret e Kaiki, do Como, serviram Douvikas para finalizações de perto contra o Sassuolo, mesmo com os outros atacantes fora; Douvikas jogou a partida inteira. O Torino também tem seus caminhos para atacar, com os cruzamentos de Belghali, Simeone e a chegada de Vlašić. A nova ausência de Mandragora, depois de sair do jogo contra o Monza, muda a proteção pelo meio. O Como pode encaixar suas combinações pela esquerda depois do início da partida, e o Torino pode responder atacando o espaço às costas dos laterais avançados. Esperamos boas finalizações dos dois lados, então ficamos com um jogo com muitos gols entre Torino e Como.