A criação do Manchester City pelas pontas deve encurralar o AEK na defesa por longos períodos. O AEK mostrou boas triangulações através de Majer e Pilios, enquanto o Villarreal conta com atacantes capazes de reter a bola para furar a pressão agressiva do Liverpool. Em ambos os jogos, a capacidade dos visitantes de encaixar um segundo passe surge como um caminho para respirar.
O City construiu jogadas por diferentes setores contra o Ipswich, mas Haaland foi o responsável por duas finalizações cirúrgicas. Ele jogou a partida inteira antes de sofrer uma pancada no fim e segue como dúvida após perder o treino noticiado; Semenyo é desfalque confirmado. Isso mexe com as opções de definição na frente, sem tirar a criatividade do City.
A parceria Majer-Jovic pelo AEK gerou uma chance clara contra o LASK, e Pilios deu a assistência para o gol de Majer diante do Shakhtar. Brignoli já vinha atuando, então a ausência de Strakosha na viagem, conforme noticiado, não é uma novidade na meta. Eu espero o City dominando o campo de ataque, com o AEK buscando essas saídas rápidas e as bolas paradas de Marin; por isso, fico com o AEK Atenas para segurar a desvantagem e manter o placar apertado.
O Liverpool segue com Wirtz, Barcola e Isak à disposição, além do retorno de Gravenberch para ditar o ritmo no meio-campo. O Villarreal poupou nove titulares contra o Elche, preservando peças centrais e ofensivas para este duelo. Moreno e Mikautadze servem como opções para a primeira saída, com Moleiro aparecendo para puxar a jogada seguinte.
Frimpong e Szoboszlai viraram novas baixas após entrarem em campo diante do Brentford, tirando opções recentes de passe e intensidade na pressão. Munoz segue em dúvida, enquanto a volta de Buchanan aos treinos não chega a pesar para a análise do Villarreal. Eu espero uma pressão territorial mais forte do Liverpool no início, mas com uma resposta consistente dos visitantes explorando jogadas com pernas mais descansadas na reta final; por isso, fico com o Villarreal para manter a diferença curta.