A pressão do Wanderers deve levar o time a ganhar campo desde cedo, enquanto o bloco compacto do Macarthur faz do primeiro chute limpo o verdadeiro teste. O Macarthur mostrou que pode encontrar uma saída com Fraser e Touré já no fim, o que pode mudar o equilíbrio depois dos primeiros minutos. O Stoke também pode ter bastante posse de bola contra a linha de cinco defensores do Preston. O duelo depende de essa posse chegar limpa a Hirst ou de o Preston ganhar as segundas bolas para acionar Devine e Lang.
Talay espera que o Macarthur se defenda em um bloco médio, e o Wanderers acertou apenas dois chutes no alvo em seu último jogo fora de casa pela liga, apesar de ter finalizado 13 vezes. Rose e Randazzo podem fechar o primeiro passe pelo meio, com Robinson cuidando das finalizações iniciais e Fraser oferecendo uma opção de saída mais tarde ou nas bolas paradas. Lual já havia ficado fora do jogo em que o Wanderers marcou cinco gols, então sua ausência não explica este palpite; a diferença observada está no desempenho desse ataque diante de uma defesa compacta. Ficamos com o Macarthur para segurar o Wanderers ou até vencer a partida.
No Stoke, Galbraith e os alas precisam transformar a posse em chances recorrentes de frente para o gol. O Stoke vem acertando poucos chutes no alvo, e a saída de Cissé, que atuou na última partida, tira uma opção para receber a bola. McCann, Clarke e Gibbs, do Preston, já estavam fora no último jogo, enquanto Devine e Lang podem receber nas costas dos alas avançados; a partida contra o West Brom mostrou que o ataque no fim do jogo pode funcionar. Ficamos com o Preston para manter o duelo equilibrado ou sair com um resultado.