Fenerbahçe e Slavia se enfrentam em um duelo ditado pela qualidade do primeiro passe sob pressão. O Slavia consegue explorar os lados do campo, mas sua pressão recente perdeu intensidade e o ritmo nas finalizações caiu. Porto e PSV vivem uma disputa parecida por uma saída de bola limpa. A capacidade do Porto de ganhar as sobras dos chutões e recolocar a bola na área pode pesar tanto quanto suas chegadas iniciais.
As roubadas de bola do Fenerbahçe pela esquerda encontram Mercan ou Brown, que depois buscam uma referência central ou alguém infiltrando na área. No Slavia, Zima, Holeš e Vlček vêm jogando juntos, mas Chorý atuou contra o Hradec e não viajou, mudando a presença aérea do time visitante. O Fenerbahçe também mostrou contra o Alanyaspor que suas peças de banco mantêm a presença de área após o primeiro lance de perigo. Por essa combinação de jogadas constantes na área e da dificuldade atual do Slavia de transformar pressão em gols, fico com a vitória do Fenerbahçe.
O Porto pode atrapalhar a primeira ligação do PSV entre Sano e Mauro, com Veiga e Pepê recolhendo a segunda bola para abastecer Samu ou quem chegar de trás no ataque. O PSV ainda tem progressão pelos lados com Dest e Perišić, mas Van Bommel e os centroavantes de ofício não viajaram, enquanto Til e Perišić tiveram minutagem picada nos últimos jogos. O Porto criou oportunidades mesmo saindo atrás contra Betis e Marítimo, além de ter sangue novo no banco para mexer no ataque. Pelo volume constante de bolas na área e uma definição de jogadas mais ajustada, fico com a vitória do Porto.