Minnesota chega com números reais mais fortes que os de Cleveland, que também vem mostrando uma tendência clara a perder a bola. O confronto parece mais equilibrado do que o mercado indica ao apontar um mandante favorito com clareza: o descanso e o fator casa pesam para um lado, enquanto os rebotes e o volume de bolas de três favorecem o outro.
Minnesota venceu seus três jogos da temporada regular por margens de 22 a 25 pontos, com 49 a 61 rebotes e 14 a 21 bolas de três por partida. Cleveland perdeu para a Philadelphia e depois venceu o Brooklyn em casa, mas cometeu 23 e 21 turnovers e sofreu 41 pontos em um único quarto.
Os duelos decisivos serão nos rebotes, onde Minnesota tem clara vantagem, e na disputa para proteger a bola: os roubos de Minnesota podem transformar os erros de Cleveland em pontos no contra-ataque. O caminho de Cleveland passa pela linha de lance livre e pelas segundas chances, já que seu aproveitamento nas bolas de três é menor.
Minnesota joga a segunda partida em noites consecutivas, principal preocupação para uma equipe que depende tanto das pernas para acertar bolas de três. Além disso, o aproveitamento pode cair depois de uma sequência excepcional. DiVincenzo está fora desde meados de outubro, então as três vitórias já vieram sem ele.
Esperamos que Minnesota comece forte, que Cleveland reduza a diferença com lances livres e que os turnovers decidam o segundo tempo. Por isso, ficamos com Minnesota para vencer no resultado final.