O Ulsan recebe um Pohang cujo ataque empacou, enquanto o criador de jogadas e o artilheiro do Ulsan estão em grande fase e o time ainda briga pela vice-liderança. Na semifinal da KOVO Cup Playoffs, o KAL é a melhor equipe, mas chega para o seu quarto jogo em seis dias contra uma base do Woori que descansou. Um jogo gira em torno de quem consegue criar; o outro, se o time mais forte aguenta manter o ritmo por três sets seguidos.
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Em casa, o Hiroshima tem pela frente um jogo de controle contra um Shimizu que se fecha lá atrás e perde o fôlego na reta final. Além disso, o Shimizu chega sem o jogador que conduz seus contra-ataques. Em Seul, a pressão e a posse de bola do Gangwon vão enfrentar o jogo direto do Seoul, um encaixe que já terminou em 0 a 0 neste estádio em julho. Nos dois jogos, um time deve ficar com a bola, enquanto o outro vai depender de poucas oportunidades. A diferença está em quem consegue transformar essas chances em gols.
Dois jogos em que a reputação do favorito pesa mais do que a vantagem no confronto. O Spurs recebe Houston em Austin com pouca profundidade no garrafão para dar suporte a Wembanyama, contra um time que vive dos rebotes ofensivos. A vitória larga dos Lakers na estreia veio contra um Golden State sem pivô, e os Clippers têm dois.
Dois jogos em que a percepção do público vem de uma margem que o confronto em si não sustenta. A pesada derrota de Dallas na estreia foi construída nos rebotes ofensivos e roubos de bola de Houston, duas coisas que Indiana não faz nesse nível. No jogo de abertura da World Series, dois bullpens descansados e arremessadores titulares curtos apontam para uma partida equilibrada, de baixa pontuação, decidida por uma corrida ou duas.
Indiana recebe um Dallas que vive perdendo a bola e tem apenas um pivô de ofício, então a tendência é que os donos da casa controlem mais as posses. Em Hiroshima, uma equipe mandante que pressiona e parou de sofrer gols em casa encara o Shimizu, que acaba de perder o jogador responsável por conduzir seus contra-ataques. Nos dois jogos, os mandantes têm vantagem estrutural. A questão é de quanto será essa vantagem.
Toronto chega com uma vantagem enorme na abertura, mas esse número veio de um jogo muito específico. Chicago perdeu a bola 27 vezes e acertou apenas 4 de 36 bolas de três, enquanto Washington joga de outro jeito. O ataque de meia quadra de Washington se apoia nos lances livres e nas finalizações perto da cesta, justamente o ponto em que Toronto tem cedido muitos pontos em todos os jogos até agora. Este parece ser um jogo decidido por poucas posses, não mais uma vitória larga.
O retrospecto do LG esconde a equipe que realmente vai entrar em quadra neste confronto. A maioria das derrotas veio sem Asem Marei ou sem Yoo Ki-sang, e ambos estão de volta agora. O Seoul Knights tem apenas dois jogos de liga como parâmetro e mostrou problemas para cuidar da posse em um deles. O cenário mais provável é uma batalha disputada nos rebotes, com a diferença ficando em uma ou duas posses no final.
Este jogo é um confronto entre tamanho e pressão. O Golden State chega sem um pivô de ofício disponível, e o único trecho em que essa formação esteve em quadra mostrou o que acontece quando um pivô de verdade começa a dominar contra eles. O Memphis tem o pivô mais alto da liga e um ala-pivô forte nos rebotes; seu ponto fraco é o controle de bola. O jogo vai depender de as mãos do Golden State conseguirem recuperar, com roubadas, o que o time ceder nos rebotes.
A abertura da World Series será definida por corredores chegando à base antes do miolo da ordem e pela primeira troca de arremessadores. As duas escalações podem transformar uma caminhada ou uma rebatida simples em uma rebatida extra-base decisiva, enquanto o bullpen oferece a cada equipe uma forma de proteger uma vantagem apertada no fim. Na semifinal da KOVO Cup Playoffs, o primeiro passe vai determinar quantas vezes os levantadores poderão acionar os ataques rápidos. O bloqueio e a pontuação pelas pontas do KAL enfrentam um ataque do Woori que fechou sets com dois grupos diferentes de jogadores.
Em casa, o Kashima é um time que controla a posse de bola e cria chances de qualidade. O Kashiwa marca gols com facilidade, mas costuma oscilar fora de casa, e no seu último jogo como visitante cedeu muitas oportunidades. O cenário mais provável é de um mandante finalizando melhor contra um visitante que depende de cruzamentos e contra-ataques para marcar.
Dois jogos em que os desfalques pesam mais do que o mando de quadra. Nos dois confrontos, um dos lados está sem várias peças da rotação, enquanto o outro chega praticamente completo.
Este parece ser um duelo entre um time que depende dos armadores e das bolas de três e outro que aposta no volume de jogo. A grande questão é quem vai dominar o garrafão. O Golden State vive das movimentações de Curry e Green e dos arremessos de três, enquanto o Memphis se impõe nos rebotes e nas segundas chances. O time da casa tem justamente as fragilidades que o Memphis gosta de explorar.
Este jogo deve ser decidido no garrafão. O Utah perdeu seu pivô titular, Nurkic, por pelo menos quatro semanas, e em seu único jogo oficial foi superado nos rebotes por 55 a 38 em uma derrota pesada, com seu astro da ala sendo ejetado por faltas após cinco turnovers. Já o New Orleans perdeu sua estreia por três pontos e tem no setor interno a grande força da equipe.
Esses dois jogos são testes de início de temporada, e só temos um jogo oficial de cada equipe. Por isso, o desempenho na estreia pesa mais do que o barulho da pré-temporada. Em cada partida, um dos lados tem uma lacuna evidente na rotação, e o estilo do adversário ataca justamente esse ponto fraco.
Sanfrecce Hiroshima x Shimizu S-Pulse parece um duelo entre um mandante que domina a posse e um visitante que se fecha atrás e tem dificuldade para criar. O Hiroshima vem mostrando força em casa, enquanto o Shimizu se defende em bloco baixo, cede muitos chutes e marca menos de um gol por jogo.
Um mandante difícil de ser vazado em seu próprio estádio enfrenta um visitante com números altos de gols, mas que constrói esse ataque quase todo em casa. O Kashima joga com controle diante de sua torcida, enquanto o Kashiwa troca gols abertamente e cede muitas chances na defesa.
Um confronto entre dois times do top 4 em que os números de chances e a tabela contam histórias um pouco diferentes. O Kobe joga em casa e tem uma leve preferência do mercado, mas os dados de finalizações registrados mostram um volume mais consistente do Machida e uma defesa do Kobe que vem cedendo bastante.
Dois mandantes contam com o fator casa e uma posição melhor na tabela. Nos dois jogos, os anfitriões têm um histórico mais consistente e claro de criação e gols, enquanto os visitantes apostam em ficar fechados e aproveitar uma única oportunidade.
O Jogo 1 da World Series tem toda a cara de ser decidido pelos bullpens. O time da casa conta com um lineup mais profundo e um bullpen descansado, enquanto os visitantes mudaram os planos e entregaram a bola para um swingman em vez de usar seu melhor arremessador titular. A expectativa é de um jogo equilibrado, com pontuação baixa ou moderada, decidido a partir das entradas intermediárias.
Dois jogos da liga coreana em que mandantes mais fortes enfrentam adversários com dificuldade para criar chances. Os quatro times estão entre os primeiros colocados, e os mandantes têm um caminho mais fácil para controlar o ritmo.