O Jogo 1 da World Series tem toda a cara de ser decidido pelos bullpens. O time da casa conta com um lineup mais profundo e um bullpen descansado, enquanto os visitantes mudaram os planos e entregaram a bola para um swingman em vez de usar seu melhor arremessador titular. A expectativa é de um jogo equilibrado, com pontuação baixa ou moderada, decidido a partir das entradas intermediárias.
Milwaukee venceu 103 jogos com um ótimo saldo de corridas e varreu os adversários até chegar aqui. Seu titular tem um repertório elétrico, mas não passou de cinco entradas em nenhuma das suas partidas nesta pós-temporada, então o bullpen deve ser acionado cedo. O setor está descansado, e este mesmo lineup já anotou duas corridas em seis entradas contra o titular de Tampa Bay em junho.
O caminho de Tampa Bay passa por um titular que joga em casa sem ritmo após um longo período de descanso, além de um bullpen enxuto sem o seu closer. Isso pesa, mas guardar o melhor braço para o Jogo 2 dá a vantagem a Milwaukee nas primeiras entradas. Por isso, fico com os Brewers jogando em casa.
Pela K League, o Ulsan recebe o Pohang em um confronto onde a tabela e os números de finalizações apontam para o mesmo lado. O Ulsan é o vice-líder e tem facilidade para marcar gols em casa. Já o Pohang está em nono, com média inferior a nove chutes e um xG baixíssimo, além de ter passado em branco em três dos últimos quatro jogos.
O Pohang cede cerca de dezessete finalizações e dois gols esperados por jogo, então o Ulsan deve controlar a posse e criar boas oportunidades. A defesa do Ulsan tem suas falhas, e um contra-ataque ou lance de bola parada do Pohang pode deixar o jogo tenso, mas o Pohang raramente marca dois gols. Por isso, fico com a vitória do Ulsan no tempo regulamentar.