Kashima e Kashiwa se enfrentam num duelo em que a pressão no meio-campo pode virar um passe para dentro da área ou uma perda de bola em zona perigosa. Kobe e Machida se encontram pelos lados do campo, com os dois times capazes de transformar um cruzamento, um lateral ou um corte malfeito em mais um ataque. São jogos equilibrados, cujo rumo depende de chegar repetidamente ao ataque e acertar o próximo toque, não apenas do último placar.
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O primeiro jogo do Golden State mostrou um duelo entre a criação no perímetro e o controle do garrafão. Memphis chega com jogadas de bloqueio e rebotes ofensivos que podem manter a posse viva depois do primeiro arremesso. O resultado deve depender de essas segundas chances resistirem ao ajuste defensivo do Golden State.
Este confronto gira em torno de dois pivôs habilidosos e das posses que suas equipes conseguem recuperar com eles. O Seoul Knights pode pontuar com os passes de Warney e os rebotes ofensivos, enquanto o LG Sakers pode trabalhar por dentro com Marei e depois encontrar seus arremessadores de perímetro. Proteger a bola e reagir depois de uma virada tardia no placar parecem tão importantes quanto a primeira sequência de pontos.
A pressão alta do Kobe vai colocar à prova a saída do Machida, seja acionando um pivô direto ou explorando as jogadas pelas pontas. Ficar com a sobra após o primeiro lançamento será tão importante quanto o próprio cruzamento. Enquanto o Wanderers prefere construir pelo meio-campo, o Auckland consegue esticar a bola direto para uma referência física pelo centro. Quem conseguir achar o homem livre logo após essa primeira saída deve ditar qual ataque terá volume para pressionar com frequência.
Kashima e Kashiwa devem trocar pressão desde a primeira saída, buscando ataques rápidos nas costas do meio-campo. A disputa pela segunda bola após um lançamento direto será um ponto-chave desse confronto. Verdy e Fukuoka também devem travar uma disputa parecida pela primeira recepção e pelo próximo corte. Nos dois jogos, a questão é qual lado consegue voltar a entrar na área com perigo depois de ter a primeira tentativa bloqueada.
A pressão alta do Omiya cria boas chegadas à área logo no início, mas também deixa espaço nas costas da última linha. O Yokohama tem um primeiro passe direto e várias opções para dar sequência à jogada. Verdy e Fukuoka parecem mais compactos, e o duelo principal deve ser entre a primeira recepção no ataque do Verdy e a linha de três zagueiros do Fukuoka. Nas duas partidas, quem ficar com a segunda bola depois da disputa inicial pode ditar o ritmo.
Gimcheon e Daejeon conseguem chegar à área, mas começam a partir de setores diferentes do campo. A pressão alta do Gimcheon bate de frente com o jogo direto e aberto do Daejeon. Kashima e Kashiwa vivem uma disputa parecida pelo primeiro passe: o Kashima busca o espaço nas entrelinhas para acelerar, enquanto o Kashiwa tenta proteger o meio-campo e acionar seus alas. Nos dois jogos, a postura após sofrer o primeiro gol importa tanto quanto o plano inicial de ataque.
As bolas levantadas pelo Newcastle encontram um Macarthur capaz de proteger a primeira bola e sair rápido para o ataque. O segundo contato depois de um cruzamento bloqueado é central nesse duelo. A posse do Ulsan enfrenta a pressão do Pohang e sua saída direta pelo lado esquerdo. Nas duas partidas, é preciso transformar um período de domínio territorial em uma chance clara com o passe seguinte ou aproveitando uma sobra.
Milwaukee e Tampa Bay oferecem respostas bem diferentes para as entradas seguintes à saída dos seus arremessadores titulares. A contagem de arremessos de Misiorowski pode subir rápido, mas Milwaukee já provou ter uma transição muito sólida para o bullpen logo atrás dele. No confronto do Jeonnam, as jogadas pelas pontas do Daegu encaram um mandante que pressiona logo no início e ainda sabe responder pelo meio mais adiante. As duas partidas dependem diretamente do que acontece após a primeira fase ofensiva.
Milwaukee e Tampa Bay têm maneiras diferentes de transformar poucos corredores em uma grande entrada. O tempo que seus arremessadores titulares conseguem permanecer em campo deve influenciar o momento de acionar os melhores relevistas. Jeonnam e Daegu se enfrentam: de um lado, novas conexões no ataque; do outro, uma estrutura defensiva que mudou recentemente. A primeira saída limpa após uma perda de posse pode mudar o ritmo da partida.
A pressão alta do Kobe e as bolas diretas para Osako vão encarar um Machida montado para ganhar as disputas e atacar a segunda bola. O Machida pode explorar os lados com Soma e Akimoto e depois levar Ogawa e Nishimura para a área. A partida deve girar em torno do primeiro passe limpo para sair da pressão e da disputa pela segunda bola após um cruzamento.
O Newcastle Jets criou várias situações dentro da área no clássico, enquanto a primeira vitória do Macarthur FC no campeonato veio com bem menos chances em jogadas trabalhadas. Os Bulls conseguem acelerar pelo meio e contam com bons cruzamentos de Fraser. A partida deve ser decidida por quem chegar primeiro: o cruzamento do Newcastle a um segundo jogador ou a recomposição da marcação do Macarthur.
Dois jogos em que o momento e o perfil dos visitantes pesam mais do que a tabela. O Jeonbuk visita o Anyang como uma equipe que controla as partidas fora de casa sem balançar muito as redes, tendo ainda uma viagem para Pequim três dias depois. Já o Shimizu vai a Hiroshima encarar um mandante que quase não sofreu gols neste outono, e ainda não terá o velocista que fazia seus contra-ataques funcionarem.
Duas partidas da K League na última rodada da fase regular, cada uma marcada pelo que o visitante precisa preservar antes do próximo compromisso. O Daejeon constrói suas vitórias em casa e encara o Vissel Kobe na Ásia daqui a três dias; agora, visita um Gimcheon que raramente perde em casa. O Pohang chega a Ulsan com um ataque que parou de produzir e uma viagem ao Japão pela frente, enquanto o Ulsan teve uma semana inteira de descanso.
Duas partidas da J1 foram disputadas sob chuva, e ambas dependem de qual estilo se encaixa melhor numa tarde de muitos duelos e gramado molhado. No Noevir, a base do Kobe chega ao quarto jogo em cerca de dez dias, com o lado direito desfalcado, enquanto o time titular do Machida no campeonato não fez a viagem continental. No Kashima, um mandante que joga direto e cruza bastante enfrenta um adversário com dois pontos fracos conhecidos: justamente as bolas que o Kashima gosta de colocar na área.
O confronto entre Vissel Kobe e Machida coloca frente a frente uma equipe de pressão alta contra um time que não faz questão nenhuma de sair jogando por baixo. Além disso, a previsão de chuva favorece quem aposta em um estilo mais direto. O Kobe tem sido forte em casa, mas fora de seus domínios e em semanas cheias de jogos sua marcação adiantada cedeu espaços sem criar quase nada. Já o Machida praticamente não concede chances claras e costuma marcar gols com vários jogadores diferentes. A tendência é de um duelo travado e físico, com o Machida controlando as ações mesmo sem a posse de bola.
O Golden State recebe o Memphis sem um pivô de ofício: Porzingis está afastado do time e Bassey não jogou na estreia. Já o Memphis tem um dos garrafões mais altos da liga. Do outro lado da cidade, a vitória de estreia dos Lakers foi construída com finalizações no garrafão contra um Warriors sem pivô. Os Clippers chegam para o próximo jogo com dois pivôs de ofício e todos os seus defensores de perímetro disponíveis.
Indiana x Dallas: a disputa será no garrafão. Dallas chega sem Lively e Aldama, então só tem um pivô de ofício enquanto Gafford está em quadra, e o principal jogador de garrafão de Indiana deve atuar durante boa parte do jogo. Em Milwaukee, os dois arremessadores titulares enfrentam exatamente aquilo de que o ataque adversário depende para pontuar. Os bullpens dos dois times estão totalmente descansados.
O Ulsan recebe um Pohang cujo ataque empacou, enquanto o criador de jogadas e o artilheiro do Ulsan estão em grande fase e o time ainda briga pela vice-liderança. Na semifinal da KOVO Cup Playoffs, o KAL é a melhor equipe, mas chega para o seu quarto jogo em seis dias contra uma base do Woori que descansou. Um jogo gira em torno de quem consegue criar; o outro, se o time mais forte aguenta manter o ritmo por três sets seguidos.
Em casa, o Hiroshima tem pela frente um jogo de controle contra um Shimizu que se fecha lá atrás e perde o fôlego na reta final. Além disso, o Shimizu chega sem o jogador que conduz seus contra-ataques. Em Seul, a pressão e a posse de bola do Gangwon vão enfrentar o jogo direto do Seoul, um encaixe que já terminou em 0 a 0 neste estádio em julho. Nos dois jogos, um time deve ficar com a bola, enquanto o outro vai depender de poucas oportunidades. A diferença está em quem consegue transformar essas chances em gols.