Al-Qadsiah e Al-Sadd têm boas conexões ofensivas para explorar os espaços ao lado dos pontas avançados. Os números defensivos recentes das duas equipes também mostram dificuldades para lidar com a sequência da jogada depois de uma primeira intervenção. Em Paris, o duelo no meio-campo passa pela capacidade do PSG de recuperar a bola e atacar de novo diante do primeiro passe do Lyon.
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A pressão ofensiva do Sevilla encontra um ataque do Osasuna organizado em torno de um garçom, um homem de referência e um jogador que chega para apoiar. O duelo entre Al Ain e Tractor passa pelos passes finais para a área e pela proteção desse espaço pelo meio-campo. Em Bagdá, os cruzamentos do Pakhtakor enfrentam uma equipe do Al-Quwa Al-Jawiya cujo ataque continental mais recente ganhou força principalmente depois de estar em grande desvantagem.
As variadas opções ofensivas do Al-Ahli SC encaram um Al-Gharafa que recentemente combinou contragolpes perigosos com muito trabalho defensivo. Em Portugal, a postura compacta do Santa Clara apresenta um desafio diferente ao Benfica: encontrar bons espaços para receber a bola contra um bloco bem organizado. O ponto em comum aqui é a relação entre a criação de jogadas e os atletas disponíveis para finalizar.
Al-Qadsiah e Al-Sadd chegam ao confronto com várias combinações ofensivas já bem entrosadas. O jogo também vai testar a cobertura atrás dos jogadores abertos pelos lados. PSG e Lyon têm outra questão central: conseguir receber a bola no meio sob pressão. Em cada partida, o ponto principal é ver quais conexões continuam funcionando após as mudanças recentes no elenco.
O meio-campo compacto do Santa Clara e a pressão constante do Benfica na área prometem um teste tanto para a qualidade das chances quanto para o domínio territorial. A pressão do PSG vai testar a saída de bola do Lyon, que tem opções pelos lados para explorar o espaço deixado pelos laterais avançados. Sevilla e Osasuna têm caminhos distintos para sair de uma recuperação no meio e chegar à área adversária, então a disputa pela segunda bola será importante nos dois lados.
O Al-Quwa-Jawiya mudou seu desenho ofensivo, mas o volume de bolas na área continuou baixo. O Pakhtakor tem chegado com mais frequência a zonas perigosas, embora a finalização nem sempre corresponda à qualidade dessas jogadas. Al-Qadsiah e Al Sadd prometem um duelo diferente: os dois times conseguem conectar o meio-campo a atacantes habilidosos, e o primeiro passe sob pressão pode definir quem controla a área.
A pressão do Al-Ahli e as jogadas pelos lados devem complicar a saída de bola do Al-Gharafa, mas os visitantes já têm um padrão bem definido para escapar desse tipo de marcação. Já o Al Ain chega com muita força no ataque que vai das pontas para a área contra um Tractor que, recentemente, soube fechar o meio e ceder poucas chances claras. Nos dois confrontos, a disputa pelas segundas bolas tende a definir quantas vezes esses ataques mandantes, que são superiores, vão conseguir finalizar com real perigo.
O Pakhtakor pode chegar à área com cruzamentos, mesmo sem controlar a posse de bola. O Al-Quwa Al-Jawiya tem Jawad como opção para sair em velocidade, mas vem tendo dificuldade para levar a bola à área nos primeiros minutos dos jogos recentes em casa. O PSG deve pressionar alto para recuperar a bola diante do primeiro passe pelo meio do Lyon. A melhor saída do Lyon passa por Morton ou Tolisso, que podem encontrar espaço às costas do lateral avançado.
O Al-Qadsiah pode pressionar o Al-Sadd para trás com dois finalizadores pelo meio e cruzamentos dos dois lados. O Al-Sadd também pode explorar o espaço nas costas dos pontas avançados do Al-Qadsiah. A pressão inicial do Sevilla deve testar a saída de bola do Osasuna, enquanto o Osasuna tem opções de chegar à área com bolas diretas e jogadas de bola parada. Os dois jogos podem ser decididos pela recepção seguinte depois que a primeira onda de pressão é superada.
O Al-Ahli SC consegue manter a pressão por meio de vários criadores, enquanto o Al-Gharafa conta com saídas rápidas pelos lados e perigo nas bolas paradas. O primeiro passe após a recuperação da posse deve definir se essas escapadas vão realmente se transformar em chegadas à grande área. Já o Santa Clara é um time montado para defender a sua área por longos períodos, com o Benfica provavelmente recuperando muitos rebotes e cortes no campo de ataque. Essa partida depende de quantas vezes as insistentes chegadas do Benfica vão virar finalizações limpas em vez de chutes travados.
Al-Qadsiah e Al-Sadd têm diferentes finalizadores capazes de chegar para a segunda bola. As transições no meio-campo e os cortes defensivos mal afastados podem manter os ataques vivos mesmo depois do primeiro chute. PSG x Lyon depende do primeiro passe do Lyon sob pressão e da capacidade do PSG de criar outra finalização depois da primeira. Nos dois jogos, a disputa pela segunda fase da jogada está clara, em vez de tudo se resumir a um duelo individual decisivo.
A pressão alta do Sevilla pode criar uma chance logo no início, mas a posse defensiva seguinte será igualmente importante nesta partida. O Osasuna consegue escapar dessa pressão acionando Budimir e disputar a segunda bola. Os dois times já mostraram que um gol de abertura pode mudar os espaços sem definir o confronto. Os primeiros passes e os primeiros cortes vão ditar o ritmo mais do que a posse de bola, por si só.
As bolas alçadas pelo Al Ain logo cedo na área vão colocar à prova a solidez do bloco central do Tractor. O Tractor tem caminhos para responder com Moghanlou, Hosseinzadeh e o apoio pelos lados, principalmente quando a partida ficar mais aberta. Já Al-Quwa Al-Jawiya x Pakhtakor tem outra pegada: ambos conseguem pisar em áreas perigosas, mas recentemente quase não criaram finalizações limpas de primeira. Aqui, a qualidade do arremate inicial pesa mais do que o volume de chegadas à área.
Al-Ahli e Al-Gharafa têm caminhos diferentes para chegar a boas finalizações. O Al-Ahli pode construir as jogadas com Toney e Trincão, enquanto o Gharafa pode responder com Brahimi e Ounas. Santa Clara x Benfica deve ser marcado pela pressão constante do Benfica contra uma defesa da casa compacta. A questão decisiva é se o primeiro corte da defesa vira mais uma chance do Benfica.
O PSG tem quatro desfalques entre os titulares, mas o meio-campo que constrói a vantagem da equipe segue intacto. Já o Lyon perdeu os jogadores que realmente decidem os gols. Na Arábia Saudita, Al-Qadsiah e Al-Sadd são duas equipes que prezam pela posse de bola e cujos pontos fracos defensivos estão expostos nesta semana — e uma delas vai para a terceira partida em sete dias.
As duas partidas têm um perfil de poucos gols, em que a fragilidade de uma das equipes pesa mais do que os nomes das estrelas. Em Sevilha, a marcação em bloco médio do time da casa, que costuma neutralizar equipes do meio da tabela, enfrenta um Osasuna que tem defendido mal fora de casa e ainda não foi testado como visitante sob o novo treinador. Em Al Ain, um ataque mandante que marca com facilidade enfrenta uma equipe visitante que se defende bem compactada, mas quase não faz gols. Nos dois jogos, o empate ou uma partida apertada também está no cenário.
O Sevilla tem capacidade para atrapalhar a saída de bola do Osasuna e chegar rápido à área. Por outro lado, o Osasuna conta com uma transição mais direta, capaz de escapar dessa pressão e brigar pela segunda bola. A disputa no meio-campo logo após as investidas iniciais de cada lado deve ditar o ritmo da partida, e as duas equipes já mostraram repertório para criar perigo mesmo depois do primeiro lance de perigo ser afastado.
O Pakhtakor pode proteger a primeira saída de bola e transformar cruzamentos em várias chegadas à área. A defesa compacta do Al-Quwa Al-Jawiya e as transições rápidas podem deixar o jogo tenso. O Al-Qadsiah tem passes pelo meio para acionar dois atacantes perigosos, enquanto o Al Sadd conta com opções abertas pelos lados e pelo centro para responder. Nos dois jogos, quem recuperar a bola depois do primeiro ataque pode ditar o próximo momento de pressão.
O Al Ain pode criar jogadas com passes pelo meio e cruzamentos, mas o Tractor tem mostrado uma primeira linha defensiva sólida ao redor de seus zagueiros. A disputa pela segunda bola após o corte deve definir por quanto tempo o Al Ain consegue manter o ataque. O Benfica deve controlar o território diante do meio compacto do Santa Clara. As saídas diretas do Santa Clara dão outro ritmo ao jogo sempre que o time da casa consegue escapar da pressão.
Nas duas partidas, a estrutura tática dos mandantes segue firme mesmo com os desfalques, enquanto as opções ofensivas dos visitantes diminuíram bastante. Em Paris, a pressão do PSG e as infiltrações dos seus meio-campistas estão totalmente à disposição contra um Lyon que perdeu a maior parte do seu poder de decisão recente. Em Dammam, o jogo de posse do Al-Qadsiah encara a proteção de meio-campo do Al-Sadd, que qualquer adversário competente conseguiu furar desde a chegada de Lucescu. Os dois visitantes até têm caminhos reais no contra-ataque, mas chegam com bem menos força para explorá-los.