O Pakhtakor pode proteger a primeira saída de bola e transformar cruzamentos em várias chegadas à área. A defesa compacta do Al-Quwa Al-Jawiya e as transições rápidas podem deixar o jogo tenso. O Al-Qadsiah tem passes pelo meio para acionar dois atacantes perigosos, enquanto o Al Sadd conta com opções abertas pelos lados e pelo centro para responder. Nos dois jogos, quem recuperar a bola depois do primeiro ataque pode ditar o próximo momento de pressão.
Resan e os laterais do Pakhtakor podem servir Chinedu e Flamarion, com Tahseen como outra opção em cruzamentos e bolas paradas. Rousan e Hanoon, do Al-Quwa Al-Jawiya, podem disputar a primeira bola e buscar Jawad ou Jouini nas costas de um lateral avançado, mas os ataques recentes com o placar empatado renderam poucos chutes certos. Não há escalações confirmadas nem relatório de desfalques específico para o jogo; os titulares citados dos dois lados atuaram nas partidas mais recentes, e Hussein entrou no fim pelo Pakhtakor. As chegadas frequentes à área e as opções ofensivas para o segundo tempo dão ao Pakhtakor um caminho para abrir o placar e manter o Al-Quwa Al-Jawiya na defesa. Ficamos com a vitória do Pakhtakor.
Reijnders e Al Juwayr, do Al-Qadsiah, podem acionar Quiñones ou Retegui rapidamente após um passe errado do Al Sadd. Se Camara ou Claudinho saírem jogando com segurança, podem encontrar Giovani, Afif e Firmino, obrigando o Al-Qadsiah a defender mais uma sequência em vez de depender apenas da pressão inicial. Nández se machucou na última partida do Al-Qadsiah e é apontado como desfalque; Nacho e Diabaté já estavam fora da lista de relacionados naquela partida, enquanto a delegação do Al Sadd que viajou mantém seus principais recebedores, mas não representa uma escalação titular. O Al-Qadsiah teve menos tempo de recuperação, e o Al Sadd tem várias maneiras de receber a bola e responder depois de um gol. Ficamos com o Al Sadd para manter o placar equilibrado ou sair com o resultado.