A estreia de Fonseca no comando do Sporting traz novas instruções de pressão e novas exigências para a movimentação ofensiva. O Moreirense pretende disputar a primeira bola a partir de um bloco médio-alto, em vez de passar a partida inteira perto da própria área. A questão central é saber com que rapidez cada equipe consegue engatar a jogada seguinte depois dessa disputa inicial.
Fonseca falou sobre a necessidade de mudar o processo defensivo do Sporting e ensinar o posicionamento nas jogadas trabalhadas. A recente vitória europeia ainda permitiu boas chances aos adversários, e o treinador teve pouco tempo para preparar a equipe. O Moreirense conta com John, Vonic e Landerson, cujos chutes, cruzamentos e infiltrações em seguida têm contribuído para os gols recentes.
A ausência noticiada de Andrade tira do Moreirense um jogador que participou ativamente da última partida. Martinez, provável substituto na lateral esquerda, já teve bastante tempo de jogo, e Batista e Kevyn dão continuidade ao trabalho no meio da defesa. Zalazar está à disposição do Sporting depois de entrar como reserva na partida europeia, enquanto Nuno Santos e Debast seguem em recuperação.
Achamos que o Sporting vai buscar recuperar a bola cedo e pressionar no campo de ataque, enquanto o Moreirense usará as conexões que mantém no ataque para fazer da partida algo além de uma sequência de chutões para afastar o perigo. A vantagem territorial do Sporting, por si só, não garante uma diferença grande e duradoura neste momento de mudança tática. Por isso, ficamos com o Moreirense para manter o placar equilibrado, mesmo que haja espaço para uma derrota apertada.