Sittard e Telstar devem passar os primeiros minutos testando a saída de bola um do outro. O Telstar consegue pressionar e brigar pela segunda bola, enquanto o Sittard pode acionar diretamente seus homens de velocidade pelos lados. Já Nottingham Forest e Manchester City fazem uma versão diferente desse duelo: o Forest pode se defender em bloco baixo e sair no contragolpe direto, enquanto o City tem capacidade de seguir rondando e abastecendo a área mesmo após o primeiro corte da zaga. Em ambos os jogos, quem conseguir manter esse volume e as segundas ações deve fazer a diferença mais do que a posse de bola em si.
No Telstar, Owusu pode incomodar a construção do Sittard e acionar Þórisson ou Martha para mais uma chegada à área. O Sittard ainda conta com Peterson e Simons como opções diretas para esticar as jogadas, mas a produção ofensiva recente da equipe com bola rolando foi bem tímida. Além disso, a finalização de Guth na bola parada e a referência de Zeefuik pelo alto não estarão à disposição no momento, lembrando que as escalações divulgadas ainda são estimadas. A pressão do Telstar dá à equipe condições reais de reagir mesmo se sair atrás no placar. Por isso, fico com o Telstar para segurar o jogo diante do Sittard.
O City encontrou bons passes no meio e no lado oposto contra o Leipzig e não parou de rondar a área do Brighton, mesmo sem conseguir balançar as redes. O bloco compacto do Forest conseguiu segurar o Arsenal, mas seus ataques recentes em casa quase não transformaram a primeira chegada em nova finalização perigosa. Haaland atuou os 90 minutos diante do Leipzig e não tem qualquer notícia de desfalque; já Igor Jesus ficou de fora da última partida do Forest e segue sem provar seu ritmo para o jogo completo. A insistência do City abastecendo a área tanto por dentro quanto pelos lados deve, com o tempo, gerar o toque decisivo para o gol. Por isso, meu palpite vai para o Manchester City.