Esses confrontos dependem do que cada ataque consegue produzir quando sua principal opção encontra resistência. O Saga precisa de apoio confiável para Little diante do ataque variado do Alvark. Toyama e Ibaraki vêm alternando momentos de explosão com períodos mais discretos, então manter a eficiência na conclusão das jogadas é o principal desafio nesse duelo.
O Alvark pode começar com Johnson e Hogg, usar Rossiter para movimentar a bola e prolongar as posses e, quando a primeira jogada não funcionar, recorrer às infiltrações de Jallow. O Saga conta com Little e o novo pivô Olivier, mas Olivier teve participação breve em sua última atuação; Dudzinski segue na lista de lesionados, e Dotson não jogou a última partida do Saga. Os principais criadores do Alvark estiveram em quadra na partida mais recente. Com esse conjunto, o Alvark tem como retomar a vantagem depois da reação do Saga no meio do jogo, e nós ficamos com uma vitória larga do Alvark.
Angola, do Toyama, pode atacar a cesta e cavar faltas, enquanto o Ibaraki tem Law e Soares no garrafão, com Maeda e Hasegawa organizando as jogadas seguintes. A última vitória do Toyama em casa exigiu um enorme aproveitamento nos lances livres, apesar das dificuldades nos arremessos de quadra. Já a pontuação recente do Ibaraki em casa veio acompanhada de um aproveitamento excepcional nas finalizações perto da cesta. Não consideramos a ausência de nenhum jogador neste confronto. A defesa do Ibaraki fora de casa e o padrão de pontuação do Toyama como mandante apontam para menos chances de pontuar convertidas, então nós ficamos com um jogo de pontuação mais baixa.