O criador central da Real Sociedad consegue atrair o bloco do Levante para perto da bola e liberar os jogadores de velocidade pelos lados. O Levante já mostrou uma resposta rápida na segunda bola quando essa pressão deixa espaço nas costas. O Nacional também pode escapar da posse do Braga com um lançamento direto pela esquerda. As combinações do Braga pela direita fazem com que a primeira reorganização defensiva seja importante nos dois jogos.
Oyarzabal já participou de vários gols da Sociedad, mas o ritmo recente de gols passou à frente da qualidade das chances criadas, e os adversários ainda chegaram à área deles. Brugué e Requena, do Levante, trabalharam bem a segunda bola contra o Athletic, mesmo com Dela e Bardeli já fora; Etta Eyong ainda acrescentou uma função de finalização no fim, vindo do banco. Na Sociedad, Odriozola e Beitia estão fora, e Aramburu e Herrera, que estão disponíveis, não jogaram a última partida europeia, então a dupla de laterais provável continua sendo uma mudança. Acho que a resposta do Levante vai segurar as sequências de gols da Sociedad. Por isso, fico com o Levante (Spain).
O novo técnico do Braga já usou os dois desenhos de linha defensiva, enquanto Gorby e Horta serviram Víctor Gómez em boas chances pela direita contra o Gent. Njoya, do Nacional (Portugal), tem uma saída real no contra-ataque, mas a defesa recente do Braga permitiu poucos primeiros chutes limpos, e o Nacional sofreu ataques de continuação repetidamente. O clube do Nacional confirmou lesões no setor central e na cobertura da esquerda; Gómez, Horta e Gorby tiveram papel ativo contra o Gent. Acho que esse apoio atual diante de uma cobertura cambiante do Nacional deve render a finalização decisiva, então fico com o Braga.