O melhor do Orlando aparece quando a equipe aproxima seus criadores dos atacantes. O New York City consegue manter a posse de bola, mas não transforma isso com regularidade em chances claras pelo meio. A disputa central é ver se a circulação da bola vira um passe decisivo antes que a defesa adversária se reorganize.
Griezmann e Martín Ojeda têm servido um ao outro, enquanto Angulo e Dike oferecem outra combinação diante dos zagueiros. A dupla Sands–Martins limitou bem o LAFC, mas o Orlando mostrou recentemente várias maneiras de mudar quem recebe a bola.
Parks e Moralez seguem fora do NYC, o que reduz as opções de combinação no meio-campo. O Orlando já usou Brekalo e Iago sem Jansson, e a suspensão de Otávio agora muda a proteção do meio-campo. A aposta no ataque vem das conexões que já estão funcionando à frente dessa unidade.
Esperamos que o Orlando encontre combinações mais eficazes para finalizar ao longo do jogo, com Ellis e Pašalić como alternativas usadas recentemente. Por isso, ficamos com a vitória do Orlando City.