O domínio territorial do Newcastle e a recomposição compacta do Wellington fazem do primeiro passe para a frente e da disputa pela sobra pontos centrais deste jogo. Os Jets têm encontrado espaços para chegar ao ataque repetidas vezes, enquanto o Phoenix transforma as segundas bolas em finalizações de perto. A pressão alta do Okayama cria uma disputa parecida contra as saídas do FC Tokyo. Uma inversão longa do Tokyo e a infiltração de um jogador pelo lado oposto podem transformar uma pressão quebrada em chegada à área.
Clough voltou ao elenco do Newcastle e Lolley tem contribuído bastante, mas os chutes recentes dos Jets no campeonato raramente acertam o alvo. O meio-campo Rufer-Anderson, a opção de saída Sheridan e a capacidade de finalização de Piper estiveram presentes no jogo mais recente do Wellington pelo campeonato. Os defensores do Newcastle também acumularam muitos minutos em Kyoto, enquanto o Wellington mostrou que consegue manter a pressão no segundo tempo. Por isso, achamos que o Wellington vai acompanhar o ritmo dos Jets até o apito final.
O Okayama pressionou o Kawasaki, que terminou com 20 finalizações e oito escanteios, mas só duas finalizações foram no alvo, e as transições rápidas chegaram à linha defensiva do Okayama. A jogada de Inamura para Ishihara e depois Nakagawa terminou em gol contra a pressão do Mito, e o Tokyo também criou chances com a pressão pós-perda e os jogadores do banco. Nakagawa foi titular no jogo mais recente; as antigas dúvidas por lesão dos dois lados já estavam refletidas nas últimas escalações. Por isso, achamos que o FC Tokyo vai transformar a saída pelo lado oposto na finalização decisiva.