Esta partida coloca as combinações rápidas e os arremessos longos do Midtjylland diante das bolas alçadas pela ponta e das mudanças de alvo na área do Copenhagen. O time da casa pode levar perigo sem ficar muito tempo com a bola. Os visitantes têm várias jogadas de ataque já consolidadas, enquanto o Midtjylland está montando uma defesa reformulada.
Billing, Etim e Iheanacho dão ao Midtjylland uma saída viável para escapar da pressão. A resposta do Copenhagen é pressionar esses passes para a frente e fazer Beijmo e Král encararem a defesa mandante. O cruzamento de Beijmo para Cornelius decidiu a partida contra o Brondby, enquanto a bola de Meling para Dadason contra o Horsens mostra outra conexão que chegou ao alvo.
O Midtjylland não contará com Olafsson, Kristensen e Ndiaye, e Bak também está fora. Diao e Bech voltam ao elenco, e Bech recupera a ameaça dos arremessos laterais longos. Maxsø oferece mais uma opção defensiva. Tullberg questionou se é possível manter três zagueiros durante uma partida inteira, então o grupo foi reformulado; não se trata simplesmente de falta de defensores.
O Copenhagen perde as infiltrações de Madsen no meio-campo por causa de uma doença, mas mantém seus jogadores que abastecem o ataque pelas pontas e os recebedores pelo centro. Cornelius e Suzuki já mudaram o ataque quando entraram no segundo tempo, e os dois foram escolhidos novamente.
Achamos que a pressão do Copenhagen e as tentativas do Midtjylland de sair jogando ou passar por cima dela devem marcar o início da partida. Mais adiante, as substituições dão ao Copenhagen uma boa maneira de renovar os cruzamentos e mudar quem vai atacá-los. Por isso, ficamos com o FC Copenhagen, com empate devolvendo o valor apostado: o ataque bem entrosado e as opções para renová-lo dão vantagem ao time neste confronto.