O Lyon busca tomar a iniciativa e jogar no ataque, combinando jogadas pelo meio e abrindo o jogo pelas pontas. Com isso, costuma criar chances claras mesmo sem dominar a posse de bola. O Lens tem um sistema que gera um volume muito alto de chances, mas vem mostrando fragilidade defensiva por causa de uma recente crise de lesões, o que explica a diferença entre seus números subjacentes e sua posição atual no campeonato. No confronto, o Lyon tentará controlar o ritmo, mas a pressão alta do Lens deve provocar erros e deixar o jogo aberto, com muitas transições.
O Lens terá de volta vários jogadores importantes da defesa, o que traz a estabilidade que faltou nas derrotas recentes. Já o Lyon está sem defensores importantes e terá de escalar uma dupla de zaga que ainda não foi testada.
A defesa improvisada do Lyon vai sofrer muita pressão do trio de ataque do Lens, enquanto os defensores que estão voltando dão ao Lens estabilidade suficiente para evitar que o Lyon produza o mesmo volume de gols. Como a pressão ofensiva do Lens deve superar a vulnerável defesa do Lyon, ficamos com o Lens no handicap.
No segundo jogo, o Boca Juniors ataca com posse de bola prolongada e muitos chutes. Mas terá pela frente o Instituto, que aproveita bem as chances e não perde pontos em casa. Nesse duelo de estilos, a posse do Boca provavelmente não vai se transformar em perigo, dando ao Instituto a chance de explorar os contra-ataques e sua organização defensiva.
O Boca vai poupar muitos jogadores: serão sete descansando, incluindo o principal responsável por ditar o ritmo, para se preparar para um compromisso continental. Essa rotação pesada tira do Boca o entrosamento necessário para furar a defesa do Instituto, que não tem sofrido muitos gols em casa.
Sem entrosamento no meio-campo improvisado, o Boca terá dificuldade para encontrar o passe final. Com isso, o Instituto poderá se fechar e proteger a vantagem ou castigar o adversário nos contra-ataques. Por isso, também ficamos com o Instituto no handicap.