A força recente do Kashima está na variedade de jogadas que leva seus jogadores a receber a bola dentro da área. As dificuldades atuais do Cerezo para lidar com bolas longas e bolas paradas dão um alvo específico a essas movimentações. Kobe e Nagoya também chegam ao confronto com jogadas de cruzamento bem executadas, em um contexto no qual a pressão tem deixado o trabalho de recuperação para defensores e goleiros.
Os sinais de perigo do Kashima no ataque apareceram contra Kyoto, Kashiwa e Pohang. A entrada de Suzuki melhorou a saída de bola para o ataque na partida continental; depois, Bueno encontrou a infiltração de Koike, e Cavric aproveitou o rebote. A avaliação oficial do Cerezo fala em construção de jogadas travada e falhas defensivas no início, com a recuperação tendo prioridade sobre os treinos.
Suzuki e Ceará começaram a partida no meio da semana no banco, e Ceará entrou em campo depois de ter saído mais cedo por lesão na partida anterior. O Cerezo fez sete mudanças na copa e ficou em Kanto para se recuperar; a carga de trabalho não é tratada como igual para todo o elenco. Hirose e Yokoyama preocupam por questões físicas, mas nenhum dos dois foi descartado aqui. As opções de passe do Kashima devem manter a pressão à medida que as substituições acontecem. Nós ficamos com a vitória do Kashima.
O cruzamento de Sakai para a cabeçada de Komatsu mostra que Kobe tem uma jogada bem construída mesmo sem Osako. O Nagoya também mostrou recentemente as conexões entre Nogami e Yamagishi, e entre Uchida e Nakayama. As partidas sem sofrer gols do Kobe exigiram muito trabalho do goleiro, enquanto o Nagoya permitiu avanços pelas laterais e não conseguiu afastar a bola seguinte.
Takamine está suspenso após jogar na copa, e o Nagoya perde um jogador que ajuda a construir as jogadas. As outras rotas de cruzamento já demonstradas seguem disponíveis, enquanto Osako e Muto treinaram após terem tido minutos limitados no meio da semana. A partida mais longa do Nagoya na copa e o intervalo menor para recuperação tornam especialmente desgastante acompanhar os adversários repetidamente no fim do jogo. Com as mudanças no ataque trazendo novos jogadores para receber a bola, nós ficamos com gols no confronto entre Kobe e Nagoya.