As saídas diretas do Forest podem encontrar oportunidades se o Ipswich tomar mais iniciativa com a bola. Middlesbrough e Vitória também devem ter mais território em seus jogos, enquanto Bolton e Marítimo têm caminhos para aliviar essa pressão. A pergunta em comum é se o controle do ataque vai abrir uma diferença decisiva no placar.
O Forest pode acionar Delap cedo e mandar Gibbs-White e Ndoye para os espaços ao lado. As investidas do Ipswich criam o cenário para esse passe seguinte, enquanto o bloco compacto do Forest contra o Arsenal mostrou que a equipe consegue limitar o acesso do adversário sem controlar a posse de bola.
Gibbs-White ficou fora contra o Arsenal e agora é apontado como apto para começar jogando. Lukic segue fora pelo Ipswich, mas também não enfrentou o City, enquanto Fatawu já entrou em campo naquela partida e não é um retorno recente. Com a expectativa de que o Ipswich avance mais e o Forest consiga conectar ataques diretos após recuperar a bola, ficamos com o Nottingham Forest, protegendo o empate.
O lado direito do Middlesbrough, com Brittain e Cozier-Duberry, pode servir Lankshear e Conway na área. O Bolton pode responder com Sheehan como opção central e os cruzamentos de Larrazabal na direção de Dalby ou de um substituto no ataque. Esse tipo de jogada já criou chances claras contra diferentes adversários.
Os retornos esperados de Berhalter e Lankshear fortalecem a estrutura inicial do Boro. Jones, Strelec e Pukstas continuam fora do grupo que também enfrentou o Cardiff. Não contamos com Forino-Joseph pronto para o Bolton, e a nova lesão de Nelson tira uma opção do banco, sem afetar a principal conexão ofensiva.
Esperamos pressão do Boro e o Bolton tentando manter o primeiro passe após recuperar a bola, com atacantes descansados disponíveis mais tarde. Cardiff e Stoke expuseram espaços às costas do Boro quando a equipe se lançou ao ataque, dando aos homens de frente do Bolton um alvo relevante. Por isso, apostamos que o Bolton mantenha a diferença apertada.
Os jogos do Vitória em casa mostram entradas frequentes na área, mas bloqueios, defesas e finalizações para fora têm impedido que essa pressão abra vantagem com regularidade. A missão do Marítimo é conectar o meio-campo compacto a uma opção de passe nas costas dos laterais avançados.
Danilovic e Yellu são apontados como desfalques, mas Alani, Guzzo e Dominguez já formaram o meio-campo titular contra o Porto. Bouzaidi contribuiu na copa desde então, depois de entrar no segundo tempo contra o Porto, e oferece novamente uma opção pelas pontas sem que seja necessário escalá-lo como titular.
O Vitória deve pressionar desde o início e continuar girando a bola no ataque, enquanto o Marítimo buscará aliviar a pressão com essas ligações em profundidade e as substituições mais tarde. O meio-campo que segue disponível e a opção de saída têm peso suficiente, ainda mais diante das dificuldades recorrentes do Vitória para concluir. Por isso, ficamos com o Marítimo para manter o jogo competitivo.