As duas seleções chegam para este confronto desfalcadas de suas principais mentes criativas no ataque, transformando um empate técnico no cenário mais provável. A França terá que lidar com a ausência de Kylian Mbappé, seu capitão e maior referência de gols, afastado por uma lesão no joelho. Do outro lado, a Bélgica não poderá contar com o maestro do seu meio-campo, Kevin De Bruyne, que cumpre suspensão recente — deixando um buraco enorme na armação das jogadas ofensivas.
As atuações recentes da França têm sido surpreendentemente discretas, resultando em partidas de poucos gols que evidenciam a dificuldade atual do time na hora de finalizar. A média de gols esperados (xG) da equipe vem rondando modestos 1,2 por jogo, sinal claro de que faltam oportunidades claras. Mesmo que os donos da casa devam entrar com uma escalação forte, o ataque simplesmente não tem mostrado o seu poder de fogo habitual.
A dinâmica ofensiva da Bélgica fica ainda mais comprometida sem De Bruyne e sem o lesionado Jeremy Doku. A equipe já sofreu para furar a defesa desse mesmo adversário há apenas uma semana, quando saiu derrotada por um placar apertado, e buscar o resultado fora de casa com um elenco tão desfalcado será uma missão ainda mais ingrata. Mesmo com a França sem titulares absolutos na zaga, os visitantes não têm as peças criativas necessárias para explorar esses espaços com regularidade.