O ataque do Chicago seguiu criando chances mesmo com os desfalques por convocações para as seleções, e o retorno de Robert Lewandowski dá a esse trabalho uma referência mais clara. Os cruzamentos de Philip Zinckernagel e a presença do Fire nas segundas bolas são os aspectos que mais chamam atenção neste confronto. A volta de Mbekezeli Mbokazi também recompõe uma parceria conhecida com Jack Elliott na zaga.
Contra o Charlotte, o Chicago acertou o alvo em oito de suas 18 finalizações. O gol decisivo saiu depois que um escanteio cobrado por Zinckernagel foi afastado apenas parcialmente; na sequência, a tentativa de perto de Johan Gómez terminou em gol contra. O detalhe que vale destacar é a cobrança e a pressão no rebote, que geraram a chance. Lewandowski volta a um ataque que já finalizava mesmo sem ele.
O empate do Vancouver com o D.C. United mostrou por que essas situações podem ser importantes aqui. O Whitecaps sofreu dois gols em jogadas de escanteio, e o D.C. terminou com 21 finalizações e 2,42 gols esperados. O Chicago tem uma forma recente e concreta de atacar esses espaços, agora com seu centroavante à disposição novamente.
O Fire também mostrou como pode suprir as ausências que ainda persistem. Josh Cohen foi titular contra o Charlotte enquanto Chris Brady estava fora, e Mbokazi jogou 80 minutos ao lado de Elliott após voltar de lesão. O Chicago chega a este jogo com essas soluções já testadas e com sua conhecida qualidade nos cruzamentos pelas laterais.