Charlotte Hornets e Washington Wizards têm maneiras diferentes de manter o ataque fluindo. Os pontuadores que restaram em Charlotte dependem bastante de finalizações do perímetro e rebotes ofensivos, enquanto Washington consegue sair do primeiro jogador com a bola e encontrar vários alvos no garrafão. O duelo central será o passe depois que o primeiro defensor se compromete e o trabalho necessário para concluir cada posse.
Trae Young já mostrou que consegue soltar a bola diante de dois defensores e encontrar um companheiro livre atrás deles. Kyshawn George acrescenta outra opção capaz de receber, atacar e passar, enquanto Davis e Sarr oferecem alvos perto da cesta. Contra o Chicago Bulls, essa conexão rendeu contribuições de todo o quinteto titular, e Champagnie e Ayton também ajudaram vindo do banco.
O ataque remendado de Charlotte tem poder de pontuação. Miller, Schroder, Reid e Allen passaram dos 20 pontos contra o Miami Heat, e os Hornets aproveitaram bem as segundas chances. Na minha leitura, a vantagem de Washington aparece antes na posse: a equipe já mostrou vários caminhos para criar a jogada e terminar no garrafão.
White e Knueppel seguem fora depois de desfalcarem o time contra o Miami. Reid é provável para jogar depois de ter atuado por muitos minutos, então seu arremesso continua nos planos do ataque de Charlotte. Os desfalques listados de Washington também ficaram fora do jogo contra o Chicago, deixando a parceria entre Young e George no centro da mesma estrutura de jogo.
Esperamos que Charlotte busque arremessos de fora logo no início, com Washington respondendo por meio dos passes de Young e dos jogadores que recebem no garrafão. George e os reservas dão aos Wizards outras maneiras de reiniciar as jogadas conforme as rotações mudam. Essa conexão mais ampla entre passes e finalizações é o motivo pelo qual ficamos com a vitória de Washington.