O novo técnico do Auckland quer uma recuperação rápida da posse e mais controle com a bola. Já a produção ofensiva recente do Melbourne City (Austrália) começou no meio-campo e se espalhou pelos dois lados do campo. Esta partida passa, primeiro, pela capacidade de superar a pressão do Auckland com o passe, e depois pelos cruzamentos e pela disputa das segundas bolas. As duas equipes já mostraram caminhos para chegar à área assim que o jogo fica mais aberto.
O Auckland criou uma série de chances claras na vitória em casa sobre o City na temporada passada, mas Randall e May, que ajudaram a construir aquele setor ofensivo, deixaram o clube. Cosgrove está novamente à disposição, tendo Brook e Bayliss como opções para municiá-lo. O City, por sua vez, tem conectado com frequência Mabil e Behich pela esquerda, enquanto Memeti costuma aparecer pelo lado oposto; um cruzamento de segunda jogada de Mabil também resultou em gol contra o Newcastle.
O duelo decisivo está no primeiro passe do City para o meio-campo encarando as recuperações do Auckland, seguido pelo embate de Mabil e Behich contra o lado direito do Auckland. Rossetto, Marcondes e Lopane participaram da preparação do City em setembro, mas estão fora da lista atual. O Auckland não contará com Howieson e Calver, que atuaram diante do Al-Ahli, enquanto Leckie e Nabbout estão entre os relacionados na lista estendida do City.
Espero que o City trabalhe as jogadas pelo meio e insista nas chegadas pela esquerda, buscando Memeti ou alguém fechando na segunda trave após a segunda bola. O cruzamento tardio de Behich para Memeti no confronto anterior é um bom exemplo de como essa alternativa segue ativa até a reta final da partida. Por isso, fico com o Melbourne City mesmo jogando fora de casa.