O Aston Villa consegue ganhar campo jogando em casa, mas a posse recente da equipe não tem aberto linhas de finalização pelo meio com frequência. O Brentford já mostrou duas maneiras de chegar com perigo: a ligação direta com Thiago e escanteios com cobranças variadas na área. O Villa também tem a sua própria conexão direta entre Jackson e Manzambi. A disputa pela primeira e segunda bola no meio-campo deve definir de quem será a pressão real dentro da área.
Thiago segurou os passes longos contra o Chelsea, e Schade atacou o espaço assim que o rival se adiantou. A recuperação de Janelt oferece ao Brentford outra opção para acionar esse homem de velocidade. Jackson, do Villa, consegue queimar o meio-campo, mas a posse diante do Forest rendeu apenas sete finalizações; além disso, Ajer e Schuster lidaram bem com as investidas pelo centro e pelo alto contra o Chelsea.
A recente dupla formada por Ajer e Schuster e os cruzamentos de Damsgaard são as conexões observadas no Brentford aqui, embora Collins, van den Berg e a titularidade de Damsgaard ainda não estejam confirmados. O Villa também não confirmou Cash nem Pau Torres, então a recente zaga com Lindelöf e Mings é a base para esse duelo na bola direta. O ajuste do Brentford nos escanteios contra o Chelsea pesa diante de um Villa que tem vencido poucos duelos aéreos por partida.
Uma pressão inicial do Villa com a bola ainda pode dar espaço para o Brentford acionar Thiago rapidamente ou cavar um escanteio. Uma boa recuperação na segunda bola pode lançar Schade no corredor, e se o Villa se adiantar depois de sofrer um gol, vai ceder ainda mais campo para essa corrida. Por isso, eu fico com a vitória do Brentford neste jogo: a válvula de escape direta e as bolas paradas geraram conexões claras no ataque, enquanto o domínio recente de território do Villa resultou em menos pressão contínua na área.