O jogo 2 da Japan Series começa com duas equipes que criaram chances em uma primeira partida equilibrada. O tráfego nas bases do DeNA vai enfrentar um lineup mais profundo do SoftBank, e a primeira troca de arremessador pode ser decisiva. A Inter pode sair de um passe pelo meio para um cruzamento do ala. A Fiorentina também tem chegado bastante à área, apesar das derrotas recentes.
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A pressão alta do PSV deve fazer do primeiro passe do Feyenoord o grande teste da partida. Mesmo assim, o Feyenoord ainda pode lançar Read e Hadj Moussa no espaço às costas do lado esquerdo do PSV. O jogo deve depender de o domínio territorial do início virar finalizações limpas e de o primeiro gol sobreviver ao ataque seguinte pelas pontas.
A defesa de primeira linha do Tokyo enfrenta um time de Nagoya que vem transformando erros com a bola em pontos rápidos. O Tokyo pode responder com Hawkinson e o apoio no garrafão quando consegue organizar o ataque. O trecho decisivo deve ser aquele em que a resposta ofensiva vier acompanhada de rebotes defensivos e boas defesas.
United e Bournemouth vão disputar a primeira bola sob pressão. Palace e Newcastle devem alternar bolas pelos lados com recepções diretas pelo meio. Atalanta e Frosinone levam para o mesmo jogo recuperações altas e entradas rápidas na área. Em todos esses jogos, a chance de sequência depois de um primeiro bloqueio é o grande teste.
A pressão do Liverpool vai testar a saída de bola do Brighton, enquanto o Brighton pode explorar o espaço deixado por ela. O jogador que receber a bola logo após uma recuperação pode definir esse confronto. Já Monaco e Lille apresentam uma dinâmica diferente: velocidade em profundidade contra um avanço paciente pelos lados. Em ambos os jogos, ter o controle territorial logo no início dirá pouco sobre o resultado final.
A linha alta do NEC e as bolas diretas do Groningen devem acelerar a disputa pela primeira saída. Os dois times podem criar uma segunda chance após a primeira jogada. Genoa e Venezia devem ter mais paciência, com o time da casa começando melhor e o visitante apostando em contra-ataques diretos. A capacidade de manter a pressão depois desse início pode definir o resultado.
Inter e ACF Fiorentina têm caminhos do meio-campo até a área, embora venham de resultados recentes diferentes. O jogo pelos lados e as segundas bolas devem moldar as chances de gol. Athletic e Getafe fazem um duelo mais equilibrado entre as investidas pelas pontas e as saídas diretas. A questão é se a pressão territorial vai resultar em mais uma finalização limpa.
Yokohama DeNA BayStars e SoftBank colocaram corredores em base já na estreia, e a conversão decidiu o placar. Os novos arremessadores titulares entregam o jogo ao bullpen em momentos diferentes. Sittard x Excelsior é outro tipo de duelo: uma defesa compacta contra o primeiro passe do visitante. Nos dois jogos, a bola que vem depois da primeira chance pesa tanto quanto a própria chance.
A pressão do Hoffenheim vai bater de frente com um Leverkusen que tem mais de uma válvula de escape. O início de jogo deve ser marcado por recuperações no campo de ataque e passes rápidos para a frente, enquanto a reta final pode se decidir em quem conseguir seguir encontrando o segundo toque dentro da área.
O Liverpool consegue pressionar alto, atacar em velocidade com Wirtz e seus homens de lado de campo, além de levar perigo na bola parada. Já o Brighton pode usar Groß e Rutter para superar a primeira linha de pressão e acionar corredores no espaço defensivo aberto do Liverpool. As duas equipes já mostraram poder de reação após saírem atrás no placar. A partida deve se definir no contragolpe seguinte a um corte defensivo aparente.
A pressão alta do PSV e a saída direta de Feyenoord pelo lado direito devem tornar decisivo o primeiro passe. Os dois times podem transformar uma bola perdida em uma chegada à área. A diferença estará na frequência com que essas jogadas terminam em um segundo toque limpo.
O Hoffenheim pode pressionar alto e transformar uma recuperação de bola pelo meio ou uma segunda bola em um ataque rápido. O Leverkusen pode usar García e Maza para superar essa primeira pressão antes de acionar os jogadores que avançam pelos lados. O Hoffenheim também tem cedido chances repetidas quando seu posicionamento avançado é superado. A partida deve ser decidida por saber se a primeira pressão encerra a jogada ou abre espaço para o passe seguinte.
O Palace pode usar os alas e o Wharton para chegar a Pino e Mateta. O Newcastle deve ter mais cobertura na marcação e consegue pressionar o primeiro passe do Palace. O time visitante chegou à área recentemente, mas sem transformar esse volume em finalizações perigosas de forma consistente. Com os lançamentos diretos e pelas pontas do Palace, a fase seguinte a uma perda de bola ganha ainda mais peso.
A pressão alta do NEC e o jogo pelas pontas podem deixar o Groningen desconfortável no início. O Groningen tem um caminho direto para atacar o espaço deixado por essa pressão. Na vitória recente em Zagreb, o NEC conseguiu chegar ao ataque várias vezes, mas também cedeu chances de forma constante. A partida pode ser decidida por qual equipe consegue fechar a ação defensiva seguinte depois de marcar.
O Athletic deve ter mais posse de bola e usar os dois lados do campo para contornar o bloco defensivo do Getafe. O Getafe pode se defender mais recuado e depois explorar diretamente o espaço deixado pela pressão alta do Athletic. Nos últimos jogos, o volume de finalizações do Athletic muitas vezes não se traduziu em tantas chances claras quanto o domínio territorial sugeria. A margem deste jogo deve depender da qualidade do segundo ataque.
Tóquio e Nagoya têm maneiras diferentes de criar posses extras. O Tóquio consegue trabalhar através dos seus pivôs e dividir a armação entre os seus armadores. Já o Nagoya vem transformando pressão defensiva em contra-ataques com frequência, além de pontuar bem no garrafão. O jogo deve se decidir em quem conseguir continuar criando arremessos depois que a primeira opção for anulada.
As conexões pelos lados e pelo meio-campo da Inter continuaram criando chances, mesmo depois de um revés no início. A ACF Fiorentina já mostrou que consegue criar enquanto corre atrás do resultado, mas o avanço dela também abriu espaço nas suas costas. Os dois times têm caminhos para um novo ataque depois que o primeiro é parado. O resultado deve depender de quantas vezes essas entradas viram finalizações limpas.
Dois favoritos cujos números recentes foram construídos em condições mais fáceis do que as que enfrentam agora. Em Tóquio, a campanha invicta do Nagoya se apoia em forçar desperdícios de bola, mas o adversário cuida bem da bola em jogos apertados e domina os rebotes. Em Londres, o Newcastle chega descansado, mas cria muito pouco fora de casa, e os erros que comete no próprio campo de defesa são justamente o que um time da casa que pressiona adora.
Estas duas partidas colocam frente a frente defesas com uma brecha evidente. Em Sittard, um time da casa que tem pouca posse de bola e permite uma enxurrada de finalizações enfrenta uma defesa do Excelsior que não para de cometer pênaltis e marcar gols contra. Em Old Trafford, o United, sem um volante de contenção, encara uma linha alta do Bournemouth que já foi furada nesta temporada. Nos dois jogos, cada equipe tem seu próprio caminho para marcar.
O duelo entre Inter e ACF Fiorentina tem uma diferença técnica clara, e ela continua mesmo com a rotação da Inter após os compromissos europeus. O ataque da Inter no campeonato vem criando muitas chances, mesmo sem Lautaro, enquanto a Fiorentina ainda não venceu sob o comando de Vanoli e chega sem jogadores importantes pelo lado esquerdo e no meio-campo. Em Izmir, Aras Kargo Feminino e THY são duas equipes de vôlei reformuladas, e a diferença está em qual delas já encaixou seu sexteto.